A voz da responsabilidade é o grito de recém-nascido, do indivíduo humano. Não necessariamente, porém, é sinal de uma vida feliz - se a felicidade significa ausência de inquietações (por certo uma definição altamente discutível, embora largamente difundida, de felicidade).
A aceitação da responsabilidade não aparece facilmente - não exatamente porque ela leva aos suplícios da escolha (que sempre impõe a privação de alguma coisa, assim como o ganho de outra coisa), mas também porque ela anuncia a permanente ansiedade de estar - quem sabe? - errando.
A aceitação da responsabilidade não aparece facilmente - não exatamente porque ela leva aos suplícios da escolha (que sempre impõe a privação de alguma coisa, assim como o ganho de outra coisa), mas também porque ela anuncia a permanente ansiedade de estar - quem sabe? - errando.
Do livro O mal-estar da pós-modernidade, de Zigmunt Bauman
Um comentário:
Amo Bauman !!! beijos ...
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