É cruel ver que o tempo passa, vai deixando suas marcas, e a gente vai perdendo certas habilidades, vai perdendo o lado da beleza infantil, juvenil... É como se perdessemos o frescor. Como, não, né?!
Em compensação, conseguimos ter uma beleza madura.
Conseguimos perceber que, de fato, as marcas, aquelas que, muita vezes,abominamos, mostram, nada mais, nada menos, que vivemos, que curtimos a vida, que sentimos emoções, que sofremos, fomos alegres, felizes, que gozamos (em todos os sentidos) o que de bom a vida nos oferece.
Mas é fato que a vida só oferece suas oportundiades e nos ensina algo novo em cada uma delas, para aquelas (sim, usei no feminino, pois aqui falo das mulheres da fotografia, das mulheres todas.. e de mim...) que tem coragem, que vão em busca de algo amis, que não se contentam com a mesmice, que não se conformam com as injustiças, que sabem que podem ser poderosas e podem, semrpe, fazer a diferença neste mundo.
Portanto, essas marcas são linhas mal escritas pela natureza que tenta contar, nelas, a nossa história.
É mesmo! Tem umas que tem uma longa história. Haja vista a quantidade de linhas. Com elas, sim, poder-se-ia aprender muito ...
Quão gostoso deve ser poder sentar ao seu lado, ao final de uma tarde, curtindo um blues (quem sabe...), tomando um vinho .. ou nada disso; apenas estar ao lado de alguém q tenha tantas marcas em seu rosto, ou melhor dizendo, tanta vida vivida!!!
Deliciem-se com as fotos!

As imagens, em preto e branco, iniciaram mostram as irmãs que tinham de 15 a 25 anos. A mais velha delas, Bebe, é esposa do fotógrafo.
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