Retroceder jamais!
Seguir... Não olhar para trás, a nao ser que seja para aprender com o que passou.
Seguir... nem que seja aos trancos e barrancos, mas sempre seguir adiante.
Um dia chega-se lá ... no horizonte, para vislumbrar um novo horizonte a alcançar.
In boca al lupo!
Crepi il lupo.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Leis libanesas desvalorizam as mulheres, diz Joumana Haddad
Eu quero acordar e ir à luta, se tiver algo que mereça essa minha luta.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Yoga para amantes del vino
Agora, mais do que nunca, que eu farei Yoga...
Ninguém mais me segura...
Só que eu acho que, esta modalidade, não deve ser praticada todos os dias... Pode haver reações adversas...
Simplesmente fantástico!!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
La última entrevista de Salvador Allende (1973)
“Os generais traidores não sabem o que é um homem honrado. Assim se escreve a primeira página desta história. Meu povo e a América escreverão o resto!”
Foi a última mensagem do Presidente Salvador Allende, ao povo, antes de morrer.
Tres días antes del golpe de Estado, el sábado 8 de septiembre de 1973, Salvador Allende recibió al periodista francés Jacques Ségui en su casa de la calle Tomás Moro. La entrevista, centrada fundamentalmente en los agudos problemas económicos y políticos que atravesaba por entonces el gobierno de la Unidad Popular, sería la última que diera el presidente chileno a un canal de televisión. Previendo sin saberlo el trágico final que tendría el proyecto socialista chileno, Allende se expresó en algo más de tres minutos sobre la descarada intervención norteamericana, la oposición sediciosa que buscaba derrocarlo y sobre la posibilidad cierta de renunciar con el objetivo de librar al país de una guerra civil.
"La última entrevista de Salvador Allende"
1973, Francia, b/n y color, 6 min.
Programa: INF2 (Noticiero central de la Televisión Francesa)
Fecha de emisión: 13 de septiembre de 1973
(Edición, traducción y subtitulado: Matías Wolff)
domingo, 9 de setembro de 2012
Saramago - Caverna de Platão e as imagens
E se nós todos fôssemos cegos?
Nós nunca vivemos tanto na Caverna do Platão como hoje.
Saramago em Janela da Alma.
"Nesse mundo do audiovisual acaba que nos perdermos de nós próprios, do mundo que vivemos, sem saber bem quem somos, para que viemos e que sentido tem a vida"
"A maioria das coisas em nossas vidas acontecem sem muito sentido. Então somos todos avidos pelo significado.
Muito bom este vídeo!
O povo precisa de "cama, mesa e banho"
O que me entristece é ver que ainda tem gente que se locupleta e engana um povo que necessita, não só de comida e melhor moradia, mas também educação. Mais cultura para o povo é mais fazer.
Quando um povo recebe mais educação e se acultura, saberá ser critico o suficiente para, também , fazer boas escolhas.
Tenho me indignado. O problema são as pessoas (governos) que querem manter o povo a sonhar com o mundo da fantasia e num "país das maravilhas". Assim, esse povo, com tudo concordará, nada criticará, pois, no imediatismo e na fantasia em que são mantidos, acreditarão e não abrirão os olhos.
Eu quero acreditar e tenho a esperança (essa, que jamais me abandona) de que chegará o momento em que as pessoas serão mais solidárias com os seus.
Fico a me perguntar se oferecer sorrisos e simpatia é o suficiente para bem governar... O povo precisa de cama, mesa e banho.
O povo precisa de "cama, mesa e banho"... educação, emprego, transporte, condições mínimas para se sentir gente e educar seus filhos para o futuro
O povo precisa de "cama, mesa e banho"... não de palavras vãs, promessas impossíveis, sonhos roubados. #Educacao acima de tudo! Verdade também !
(Tweets que fiz hoje, dia 9 de setembro/2012,)
sábado, 8 de setembro de 2012
Alcançando a luz violeta...
É bom se perceber parte do universo...
Sentir a energia que está no ar...
Conectar-se em uma frequência que possibilite atingir a paz interior, tão necessária em nossos dias.
A natureza deve ser observada em cada detalhe, a fim de percebermos o quão pequenos somos nós e o quão importantes somos para que tudo viva em harmonia.
Que vibremos todos juntos em busca dessa harmonia e dessa paz.
Este vídeo é de Angelus: F.C. Perini
Sentir a energia que está no ar...
Conectar-se em uma frequência que possibilite atingir a paz interior, tão necessária em nossos dias.
A natureza deve ser observada em cada detalhe, a fim de percebermos o quão pequenos somos nós e o quão importantes somos para que tudo viva em harmonia.
Que vibremos todos juntos em busca dessa harmonia e dessa paz.
Este vídeo é de Angelus: F.C. Perini
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Este pedaço de chão é Bento!
Vocês querem saber o que me compõem?
Querem saber como "me construí"?
Conheçam a minha terra!
Conheçam o meu pedaço de chão e saberão que este chão é Bento, este chão é o que me faz.
Este é meu paraíso na terra.
Aqui viajo sempre que preciso de um aporte emocional, sempre que preciso me reenergizar.
Sou parte disto. Isto é parte de mim.
Bento Film Commission from Bento Film Commission on Vimeo.
Querem saber como "me construí"?
Conheçam a minha terra!
Conheçam o meu pedaço de chão e saberão que este chão é Bento, este chão é o que me faz.
Este é meu paraíso na terra.
Aqui viajo sempre que preciso de um aporte emocional, sempre que preciso me reenergizar.
Sou parte disto. Isto é parte de mim.
Bento Film Commission from Bento Film Commission on Vimeo.
domingo, 2 de setembro de 2012
O discurso de André Machado: emociona e "incomoda" - Honra ao Mérito
Sei que muitos perguntarão o porquê de eu ter postado o discurso do jornalista da Rádio Gaúcha, André Machado, que foi mediador durante o 2º TwitterMix, em Bento Gonçalves, em 2011. Ao lerem seu discurso, tenho certeza que entenderão. Os que, realmente, me conhecem, entenderão. Grifei (em negrito) algumas partes do discurso, apenas para chamar a atenção do que mais mexeu comigo, na fala de meu caro amigo (tomo a liberdade de considerá-lo assim) André Machado.
Uma boa leitura!
Uma boa leitura!
Momento de entrega do Diploma de Honra ao Mérito, concedido pela Câmara por unanimidade, para André Machado
Foto de Leonardo Oliveira Contursi
"Uma das premissas para se trabalhar com o jornalismo é
ter compromisso com a verdade.
Preciso dizer que desejei muito estar nesta tribuna.
Muitos dos senhores precisaram fazer cinco, seis, dez mil votos para aqui estarem.
Sou um afortunado por garantir este direito com apenas 36, o de cada um dos
representantes dos cidadãos desta cidade a partir de uma proposição do vereador
João Bosco Vaz. Muito obrigado vereador, muito obrigado vereadores.
Fico feliz que esta proposição tenha partido do Bosco e
que ela tenha a sua votação em plenário solicitada pela vereadora Sofia
Cavedon. Hoje é um dia especial para nós que somos funcionários da RBS pela
bandeira que levantamos em defesa da educação. A Educação precisa de respostas.
Nossos veículos vão fazer as perguntas para que a sociedade responda. E a minha
alegria é justamente pelo trabalho que o Bosco e a Sofia fazem pelo esporte e
pela educação.
Não há tema que tenha pautado mais o meu voto como
cidadão, desde 1985, quando votei pela primeira vez, do que a educação. Cheguei
a sonhar com um país tomado de CIEPs exatamente da maneira que sonharam Leonel
Brizola e Darcy Ribeiro, mas o caminho escolhido pelos brasileiros foi outro.
As urnas, num momento, preferiram o Enéas ao Brizola. O resultado é que ainda
hoje, quase 30 anos depois de Brizola ter sido eleito governador do Rio e
implantado o primeiro CIEP, a luta pela educação integral, pela vaga em creche,
pela educação infantil ainda é a pauta de todas as campanhas políticas.
Este compromisso e esta luta pela educação é porque foi
ela única e exclusivamente que me permitiu ser quem eu sou. Como profissional e
como pessoa.
Falar em educação, me remete ao tempo em que eu sentia
orgulho de ir com meus pais até a loja Cinelândia, na Cristóvão Colombo, para
comprar meu uniforme para o Grupo Escolar Luciana de Abreu. Uma escola pública.
Onde aprendi história e português. Mas mais do que isso. Aprendi cidadania, mas
não pelas aulas de OSPB ou de Moral e Cívica.
Eu estava na sétima série, em 1979, quando a minha bem
comportada turma foi convocada para representar a escola nas comemorações do
dia 31 de março. Como em todo bom feriadão, compareceu, no Monumento do
Expedicionário, uma meia dúzia de gatos pingados e a escola levou uma bronca da
Secretaria da Educação. A temida coordenadora da disciplina, Dona Neide, chegou
à sala de aula e passou a cobrar de um por um o motivo da ausência. Enquanto
todos alegavam que tinham ido visitar avós, viajado com os pais eu fui um pouco
mais enfático. NÃO VOU BATER PALMAS PARA UMA DITADURA QUE CASSOU O MEU PAI. Eu
tinha 12 anos.
Mantive a espinha ereta e, claro, fui parar na
coordenação. Mas tive neste dia uma demonstração de luta. Fui defendido por uma
professora de SOE que estava na sala de aula. A professora Vera Diehl me
ensinou que, melhor do que ficar de bem com quem manda, é ficar de bem com a sua
consciência. Ela sabia que eu tinha razão.
E é assim que busco agir até hoje. E às vezes compro
algumas paradas impopulares. Como defender que o salário dos vereadores de
Porto Alegre e dos secretários municipais é baixo.
Ter sido criança durante o regime militar despertou em
mim um desejo muito grande de democracia e creio que, 30 anos depois, ainda
estejamos aprendendo a viver com ela.
Se tenho um papel como comunicador é o de justamente
lembrar às pessoas a cada dia o valor que tem a nossa autonomia de escolha. O
quanto é importante preservar o que foi conquistado. E como é importante
valorizar os integrantes das casas políticas. Os senhores e as senhoras.
Reconhecer a importância do papel que exerce um homem ou
uma mulher que se dispõem sacrificar a sua vida para ingressar na carreira
publica não é isentá-los de cobrança, mas dignificar uma trajetória que, ao
contrario do que muitos pensam, é muito mais de doação do que ganhos. Tive a
oportunidade de sentir isso dentro da minha casa. E meu irmão mais novo, o que
mais sentiu a perda do meu pai para a política.
Um dos grandes males da política do nosso país é que o
desmonte que a educação teve ao longo de décadas rompeu com qualquer
possibilidade de análise crítica acerca do trabalho dos parlamentares. E assim,
muito espaço na política foi ocupado por pessoas que nela ingressam não para
defender o interesse coletivo, mas para colher frutos para si. E fizeram a fama
de todos.
Romper com este processo, denunciar quem não dignifica
sua atividade como político é também um papel da imprensa. Mas não só dela. É
de cada cidadão. As representações políticas e os meios de comunicação possuem
a cara que a população os permite.
Fico feliz por estar na Câmara Municipal de Porto Alegre
por ter sido essa casa pioneira em muitos passos que caminham no sentido da
moralização da política. Fim dos jetons, dos ganhos por convocações
extraordinárias e o fim do 14º salário, decisão tomada nesta legislatura.
Sou fã da tribuna popular.
Quando comecei a trabalhar na reportagem da Radio Gaúcha
– e o fiz pelo breve tempo de um ano – passei a incluir na minha pauta visitas
à Câmara Municipal. Vereador Isaac Ainhorn, Maria do Rosário, João Dib. Uma
casa que me orgulhava ver trabalhar. E divulgar. Quando passei a apresentar um
programa na Rádio CBN ouvi todos os vereadores de Porto Alegre. E em uma
entrevista aberta para que cada um falasse sobre o foco do seu trabalho.
Na atual legislatura tive a oportunidade de acompanhar
aqui neste plenário, votações importantes como a do Pontal do Estaleiro e do
IMESF, trazendo meus programas para cá. São momentos assim que fazem a história
do parlamento.
Por duas vezes participei de missões internacionais onde
estavam também presidentes desta casa. Na China, com o vereador Nelcir Tessaro
acompanhando o prefeito José Fortunati na Expo 2010. E em Portugal, com a
vereadora Sofia Cavedon no voo inaugural Porto Alegre-Lisboa. São dois
episódios que, para sempre, marcarão a história de Porto Alegre. Eu estava lá.
E a Câmara Municipal também.
Tenho certeza que nós jornalistas e os políticos
compartilhamos muitas coisas na vida. Nós podemos fazer a diferença no
cotidiano das pessoas. Nós podemos mudar o destino de uma cidade. Nós podemos
contribuir por uma sociedade mais feliz, mais fraterna, menos desigual.
E não pensem os senhores que apenas vocês possuem
mandatos. Nós também os temos. Agir com irresponsabilidade em um microfone de rádio
significa cassação sumária da nossa voz. O equilíbrio na hora da crítica é
fundamental.
NÃO ENTENDAM MAL O QUE VOU DIZER AGORA. MAL EDITADO PODE
SER UM PERIGO!
Uma vez disse no ar que eu era Lula, era Yeda e era
Fogaça. Depois passei a ser Dilma, Tarso e Fortunati. E onde eu estiver, vou
estar sempre torcendo para o sucesso de quem está no poder. Isto não significa,
no entanto, fechar os olhos para os problemas que nos rodeiam.
Agora é o momento de debater Porto Alegre. De dizer se a
forma como a cidade vem trilhando o seu caminho é a melhor ou se o rumo precisa
ser alterado. Na política, que acredito, não se critica por criticar. Não se
torce contra. Na política, que acredito, os sete pretendentes à Prefeitura de
Porto Alegre estarão trabalhando para o sucesso da próxima gestão a partir de janeiro.
E aqueles dos senhores que retornarem a esta casa estarão imbuídos do desejo de
que o eleito acerte e facilitando, ao menos, suas primeiras ações.
Concordo que jornalista deva ser de oposição. Mas para
apontar as falhas. E nunca esconder também os acertos. E não esconder o acerto
de políticos é difícil. Basta colocar um elogio para que queiram rapidamente
pregar-lhe um rótulo.
Quero, mais uma vez, reafirmar a minha alegria em receber
esta distinção nesta casa, neste ambiente democrático que espero ver cada vez
mais como palco dos grandes debates desta cidade. Não foi por outro motivo que
não a valorização deste parlamento, que a Rádio Gaúcha e a TVCom escolheram o
Palácio Aloísio Filho para a realização do primeiro debate eleitoral da atual
campanha, com grande êxito.
Minha história passa nesta casa.
Meu primeiro chefe está aqui neste plenário. Meu primeiro
emprego foi no gabinete do vereador Pedro Ruas como seu auxiliar. Não era nem
ainda um jornalista. Foram poucos meses antes de ingressar na Caixa Federal,
mas suficientes para que nascesse uma amizade e um respeito que permanecessem
ate hoje.
Vereador João Bosco Vaz. Obrigado por esta homenagem.
Repito a importância que tem para mim que esta iniciativa tenha partido do
senhor. Não só pela amizade que sempre teve com minha família, mas
especialmente por compartilharmos o mesmo gosto pelo jornalismo e pela
política.
Entrar nesta casa é lembrar do meu pai. Meu exemplo de
caráter, de dignidade, de retidão. Não há dia em que venha à Câmara e que algum
funcionário da casa não me pergunta pelo seu Dilamar ou pela dona Lea.
Aqui vi meu pai discursar, aqui o vi receber homenagens,
aqui me despedi dele. Sempre que entro nesta casa é como se recebesse um
abraço. Um forte abraço, um abraço de pai."
André Machado em frente a foto do pai Dilamar Machado, grande radialista e político.
Foto de Felipe Vieira
Foto de Felipe Vieira
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
O que é preciso para "ser político"?
Sempre pensei que havia exigências mínimas para se candidatar a vereador/deputado,etc... Para o Professor é exigido, no mínimo, pós-graduação...
Ok! Educar é uma grande responsabilidade, mas... estamos educando errado? É isso? Pois deixamos chegar a "vereança" pessoas sem as mínimas condições, incluindo nisso o básico: ler e escrever...
Ser político também é uma grande responsabilidade, não é?
Tem de estar preparado para tanto...
Pode ser "notório saber"? Claro! Desde que comprovado...
Deveria ter concurso para concorrer... ou uma avaliação... (pensei cá com meus botões... ainda assim perigavam burlar).
Chato isso! Chateia-me deveras...
Ok! Educar é uma grande responsabilidade, mas... estamos educando errado? É isso? Pois deixamos chegar a "vereança" pessoas sem as mínimas condições, incluindo nisso o básico: ler e escrever...
Ser político também é uma grande responsabilidade, não é?
Tem de estar preparado para tanto...
Pode ser "notório saber"? Claro! Desde que comprovado...
Deveria ter concurso para concorrer... ou uma avaliação... (pensei cá com meus botões... ainda assim perigavam burlar).
Chato isso! Chateia-me deveras...
terça-feira, 28 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Era uma vez a religião? Números da religião no mundo.
No mundo, cada vez menos pessoas se
consideram crentes – independentemente da fé que professam e se
frequentam efetivamente um lugar de culto regularmente. Mas em nenhum
país do mundo (com exceção do Vietnã), essa queda é mais rápida do que na já ex-catolicíssima Irlanda, ainda abalada pelos abusos de menores e pelos encobrimentos dos pedófilos na Igreja Católica.
A reportagem é de Alessandro Speciale, publicada no sítio Vatican Insider, 10-08-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Os dados – publicados no Índice Global de Religião e Ateísmo (disponível aqui, em inglês), pesquisa realizada pela WIN-Gallup International – mostram que, de 2005 até hoje, o percentual de irlandeses que se definem como "religiosos" passou de 69% para 47% da população: uma queda de 22%, ligeiramente superado somente pelo número registrado no Vietnã, onde apenas três em cada dez pessoas se definem como "religiosas".
Graças a esse dado, a Irlanda entrou no "top ten" dos países menos crentes do mundo: uma classificação liderada não surpreendentemente pela China (onde apenas 14% das pessoas se definem como "religiosas") e em que também aparecem o Japão, República Tcheca, Coreia do Sul, França, Alemanha, Holanda e Áustria. Na Irlanda, as pessoas que não se consideram religiosas – 44% – já são quase mais do que aquelas que afirmam ter uma fé, enquanto um em cada dez irlandeses já é um "ateu convicto".
A lista dos países mais crentes do mundo é liderada por Gana, com 96% de pessoas "religiosas", e conta com as presenças de nações de todos os continentes, da Romênia às Ilhas Fiji, do Brasil ao Iraque. Em geral, segundo a pesquisa, no mundo o sentido religioso caiu nos últimos sete anos em quase 10% (de 77% a 68% da população), enquanto os ateus convictos passaram de 4% para 7% da população mundial. Na Itália, o número daqueles que se dizem religiosos permaneceu substancialmente inalterado ao longo dos anos, acima dos 70%, mas os ateus cresceram ligeiramente, passando de 6% para 8%.
Entre os resultados destacados pela pesquisa, está a genérica confirmação de um fato que, para muitos, é evidente: quanto mais cresce o bem-estar de uma população, mais a sua religiosidade média diminui. Mas há duas notáveis exceções a essa tendência: de um lado, os Estados Unidos, muito ricos, mas também muito religiosos; de outro, a China, com uma renda média ainda baixa, mas com uma porcentagem de não crentes altíssima.
O que chamou a atenção, no entanto, foram principalmente os números referentes à Irlanda. Tanto que o arcebispo de Dublin, Dom Diarmuid Martin, homem de ponta na resposta da Igreja Católica ao escândalo da pedofilia, comentou os dados, destacando os "desafios" que os crentes irlandeses ainda têm que enfrentar.
"A Igreja Católica – disse – não pode dar como certa a passagem automática da fé de uma geração para a posterior, nem que os seus membros vivem a fé de modo pleno. Essa pesquisa serve apenas para nos lembrar, mais uma vez, que precisamos de uma sólida e contínua educação para a fé".
A reportagem é de Alessandro Speciale, publicada no sítio Vatican Insider, 10-08-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Os dados – publicados no Índice Global de Religião e Ateísmo (disponível aqui, em inglês), pesquisa realizada pela WIN-Gallup International – mostram que, de 2005 até hoje, o percentual de irlandeses que se definem como "religiosos" passou de 69% para 47% da população: uma queda de 22%, ligeiramente superado somente pelo número registrado no Vietnã, onde apenas três em cada dez pessoas se definem como "religiosas".
Graças a esse dado, a Irlanda entrou no "top ten" dos países menos crentes do mundo: uma classificação liderada não surpreendentemente pela China (onde apenas 14% das pessoas se definem como "religiosas") e em que também aparecem o Japão, República Tcheca, Coreia do Sul, França, Alemanha, Holanda e Áustria. Na Irlanda, as pessoas que não se consideram religiosas – 44% – já são quase mais do que aquelas que afirmam ter uma fé, enquanto um em cada dez irlandeses já é um "ateu convicto".
A lista dos países mais crentes do mundo é liderada por Gana, com 96% de pessoas "religiosas", e conta com as presenças de nações de todos os continentes, da Romênia às Ilhas Fiji, do Brasil ao Iraque. Em geral, segundo a pesquisa, no mundo o sentido religioso caiu nos últimos sete anos em quase 10% (de 77% a 68% da população), enquanto os ateus convictos passaram de 4% para 7% da população mundial. Na Itália, o número daqueles que se dizem religiosos permaneceu substancialmente inalterado ao longo dos anos, acima dos 70%, mas os ateus cresceram ligeiramente, passando de 6% para 8%.
Entre os resultados destacados pela pesquisa, está a genérica confirmação de um fato que, para muitos, é evidente: quanto mais cresce o bem-estar de uma população, mais a sua religiosidade média diminui. Mas há duas notáveis exceções a essa tendência: de um lado, os Estados Unidos, muito ricos, mas também muito religiosos; de outro, a China, com uma renda média ainda baixa, mas com uma porcentagem de não crentes altíssima.

O que chamou a atenção, no entanto, foram principalmente os números referentes à Irlanda. Tanto que o arcebispo de Dublin, Dom Diarmuid Martin, homem de ponta na resposta da Igreja Católica ao escândalo da pedofilia, comentou os dados, destacando os "desafios" que os crentes irlandeses ainda têm que enfrentar.
"A Igreja Católica – disse – não pode dar como certa a passagem automática da fé de uma geração para a posterior, nem que os seus membros vivem a fé de modo pleno. Essa pesquisa serve apenas para nos lembrar, mais uma vez, que precisamos de uma sólida e contínua educação para a fé".
Fonte: http://bit.ly/POUAPF
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Amarello Amor - O que existe além do que já foi dito sobre o amor?
Amarello Amor
O que existe além do que já foi dito sobre o amor?
Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter.
Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer.
Amei e fui muito bem amada.
Mas foi um amor, um único amor, que veio cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história.
Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido.
Percebemos que amor igual não há e que aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Aliás não e nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor e quem sabe, ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo profundo e transformador que o amor.
Só amor transcende e purifica, enlouquece e cura, invade, permanece, liberta e aprisiona.
Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos.
Permitam que ele chegue e se instale.
Pois o resto são bobagens, meninos, bobagens!
Amarello Amor from AMARELLO on Vimeo.
Direção: João Simi
Atriz: Carolina Ferraz
Texto e Locução: Carolina Ferraz
Roteiro: João Simi e Tomas Biagi Carvalho
Montagem: Beto Araújo
Direção de Fotografia: Rafael Levy
Assistente de Fotografia: Bruno Vieira
Trilha Sonora Original: Sonido
Produção: Marina Ferriani
Direção de Arte: Tomas Biagi Carvalho
Styling: Helena Sicupira
Revelação e Telecine: Casablanca
Colorista: Samantha
Pós Produção: Dínamo Filmes
Produção Dínamo: Carol Pessini
Coordenação de Finalização: Tutu Mesquita e Lívia Piassa
Agradecimentos: Alex Amati / Silvia Jabali / Carolina Krieger / La Perla / Juliana Benfatti
Fonte: http://vimeo.com/45718018
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Mito da Caverna - por Maurício de Souza
O mito da caverna, ou Alegoria da caverna, é uma metáfora utilizada por Platão em A República (livro VII). A idéia dele era mostrar como poderíamos nos libertar da condição de escuridão e ignorância que nos mantém aprisionados, se não procurarmos o saber e a verdade.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
DIALOGO SEM FINAL (Por Julio Conte)
Ler o que escreve Julio Conte, é sempre um incomensurável prazer.
Mesmo quando o texto não é tão alegre assim... ou quando, nem sequer tem fim.
É q o texto dele, a forma como coloca as palavras... é mágica... ele tem a fórmula mágica da construção de textos através de palavras beeeem encaixadas. O texto fica de uma singeleza ímpar.
Vejam por vocês mesmos, então!
Fonte: http://bit.ly/NuqPFA
Mesmo quando o texto não é tão alegre assim... ou quando, nem sequer tem fim.
É q o texto dele, a forma como coloca as palavras... é mágica... ele tem a fórmula mágica da construção de textos através de palavras beeeem encaixadas. O texto fica de uma singeleza ímpar.
Vejam por vocês mesmos, então!
‑
Quanto tempo eu levaria para deixar de te amar?
‑
O quê?
‑
Quanto tempo?
‑
Prá quê?
‑
Prá deixar de te amar...
‑
Nunca deixaria. Nunca conheci um homem como você.
‑
E eu nunca conheci uma mulher como você...
‑
Nunca.
‑
Nunca o quê?
‑
Nunca deixaria de te amar.
‑
Mesmo se casassemos como todo mundo.
‑
Como assim? Você pensa em ser atropelado pelo preço do leite?
‑
Eu penso em ser amassado, tragado, absorvido pelo comum.
- Pelo insuportável...
- O que mais?
- Pelo insuportável...
- O que mais?
‑
Pelo mau humor, TPM, pelo mau hálito.
- Você nem ao menos sabe se meus peidos fedem.
- Você nem ao menos sabe se meus peidos fedem.
‑
Nem seu eu ronco de noite.
- Ou se tenho insônia.
- Ou se tenho insônia.
‑
Nada disso importa, temos algumas horas...
‑
É o suficiente para suportar uma vida de futilidade...
- Duas horas contigo...
- Eternas...
- ...
- ...
- Duas horas contigo...
- Eternas...
- ...
- ...
‑
Tenho que ir...
‑ A gente se vê...
‑
...
‑
...
‑
...Fonte: http://bit.ly/NuqPFA
domingo, 12 de agosto de 2012
Misto-quente ou O fim do mundo - Luís Fernando Veríssimo
Ele pediu um misto-quente. Ela se impacientou.
- Você vai comer só isso?
- Vou.
O sanduíche dela era enorme. A alface saía pelos lados. Um molho amarelo pingava no prato. Pontas de tomate, bacon e cebola também apareciam nas bordas. O pão era com sementes de gergelim.
O misto-quente dele era só presunto e queijo entre duas torradas.
- O que você vai beber?
- Água.
- Toma uma coca. Eu estou pagando.
- Água.
- Olha, se você vai ficar assim, é melhor nem ter esta conversa.
- Assim como?
- Assim, emburrado. Se fazendo de coitadinho.
- Só porque eu pedi um misto-quente?
- Escuta. Nós não estamos brigando. Entendeu? Nós vamos só dar um tempo. Aliás, eu vou tentar aquela bolsa no Canadá. É possível até que eu viaje.
- Tá certo.
- Pelo menos põe ketchup nesse misto-quente!
- Eu gosto assim. Simples. Sem adornos. Você sabe que existe uma ordem religiosa que se alimenta exclusivamente de mistos-quentes? Acho que é no Tibete. Isto que você olha com tanto desdém pode ser um dos caminhos para Deus.
- Escuta...
- O misto-quente é uma lição de vida. Quem precisa de mais do que isto, presunto, queijo e duas torradas? O misto-quente é a vida reduzida ao essencial. Todo o resto é supérfluo. Vou passar a comer só misto-quente com água. Quando você voltar do Canadá, eu talvez esteja levitando. Dizem que os monges do Tibete não andam mais no chão. Cada um é o seu próprio helicóptero. Tudo devido ao misto-quente.
- Eu vou pegar uma cerveja. Você quer que eu lhe traga alguma coisa?
- Água.
- Com gás?
- Sem gás. Bolhinha já é afetação.
- Você quer ou não quer ter esta conversa?
- O que há para conversar? Nós vamos dar um tempo, você vai para o Canadá, eu talvez me dedique a um tratado sobre o misto-quente. Origem, antecedentes, morfologia, simbolismo... Não há mais nada para conversar.
- Você, também, faz um drama. Não é o fim do mundo.
- Como, não é o fim do mundo? É o fim do mundo, sim. Você acaba de me dar a notícia de que um meteoro vai se chocar com a Terra.
- Que exagero. Nós vamos só dar um tempo...
- Que tempo?! Você não entendeu? É o fim do mundo. Maremoto. Nova York arrasada. O Japão sob as águas.
- Já vi que não podemos conversar. Eu queria acabar tudo de uma maneira civilizada, mas...
- Não existe maneira civilizada de um amor acabar. É como pedir para você comer esse sanduíche de uma maneira civilizada. Não dá, vai espirrar o molho, o bacon vai cair no seu colo... Vai ser um cataclismo. Amor que não acaba em cataclismo, não era amor.
- Tá bom, tá bom. Coma o seu misto-quente, vá.
- Você vai comer só isso?
- Vou.
O sanduíche dela era enorme. A alface saía pelos lados. Um molho amarelo pingava no prato. Pontas de tomate, bacon e cebola também apareciam nas bordas. O pão era com sementes de gergelim.
O misto-quente dele era só presunto e queijo entre duas torradas.
- O que você vai beber?
- Água.
- Toma uma coca. Eu estou pagando.
- Água.
- Olha, se você vai ficar assim, é melhor nem ter esta conversa.
- Assim como?
- Assim, emburrado. Se fazendo de coitadinho.
- Só porque eu pedi um misto-quente?
- Escuta. Nós não estamos brigando. Entendeu? Nós vamos só dar um tempo. Aliás, eu vou tentar aquela bolsa no Canadá. É possível até que eu viaje.
- Tá certo.
- Pelo menos põe ketchup nesse misto-quente!
- Eu gosto assim. Simples. Sem adornos. Você sabe que existe uma ordem religiosa que se alimenta exclusivamente de mistos-quentes? Acho que é no Tibete. Isto que você olha com tanto desdém pode ser um dos caminhos para Deus.
- Escuta...
- O misto-quente é uma lição de vida. Quem precisa de mais do que isto, presunto, queijo e duas torradas? O misto-quente é a vida reduzida ao essencial. Todo o resto é supérfluo. Vou passar a comer só misto-quente com água. Quando você voltar do Canadá, eu talvez esteja levitando. Dizem que os monges do Tibete não andam mais no chão. Cada um é o seu próprio helicóptero. Tudo devido ao misto-quente.
- Eu vou pegar uma cerveja. Você quer que eu lhe traga alguma coisa?
- Água.
- Com gás?
- Sem gás. Bolhinha já é afetação.
- Você quer ou não quer ter esta conversa?
- O que há para conversar? Nós vamos dar um tempo, você vai para o Canadá, eu talvez me dedique a um tratado sobre o misto-quente. Origem, antecedentes, morfologia, simbolismo... Não há mais nada para conversar.
- Você, também, faz um drama. Não é o fim do mundo.
- Como, não é o fim do mundo? É o fim do mundo, sim. Você acaba de me dar a notícia de que um meteoro vai se chocar com a Terra.
- Que exagero. Nós vamos só dar um tempo...
- Que tempo?! Você não entendeu? É o fim do mundo. Maremoto. Nova York arrasada. O Japão sob as águas.
- Já vi que não podemos conversar. Eu queria acabar tudo de uma maneira civilizada, mas...
- Não existe maneira civilizada de um amor acabar. É como pedir para você comer esse sanduíche de uma maneira civilizada. Não dá, vai espirrar o molho, o bacon vai cair no seu colo... Vai ser um cataclismo. Amor que não acaba em cataclismo, não era amor.
- Tá bom, tá bom. Coma o seu misto-quente, vá.
domingo, 5 de agosto de 2012
Homenagem a Asterix feita pela aviação francesa
Mesmo aqueles que não gostam de aviação, assistam!
Homenagem a Asterix feita pela aviação francesa. Eles são La Patrouillede France, a Esquadrilha da Fumaça da França.
Aqui, nos seus Mirage III E de exibição, fazem uma homenagem à genial criação de Goscinny & Uderzo.
O senhor que aparece no filme, desenhando é o próprio Uderzo. Goscinny faleceu, aos 51 anos, de enfarte.
Homenagem a Asterix feita pela aviação francesa. Eles são La Patrouillede France, a Esquadrilha da Fumaça da França.
Aqui, nos seus Mirage III E de exibição, fazem uma homenagem à genial criação de Goscinny & Uderzo.
O senhor que aparece no filme, desenhando é o próprio Uderzo. Goscinny faleceu, aos 51 anos, de enfarte.
Esportes espontâneos (bolita de gude...), por Luis Fernando Veríssimo
Não sei muita coisa a respeito de judô. Sempre me pareceu que uma luta de judô consiste em um tentando desarrumar o pijama do outro. Mas uma coisa me surpreendeu, vendo o judô das olimpíadas na TV: como judoca é emotivo.
Tem-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro. Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário, nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito simpático.
Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo: queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de jogadores de pauzinho (também, conhecido como, desculpe, porrinha).
Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha, que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.
Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento, qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e ir para os Jogos.
Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando o canudo; par ou impar. Etc, etc.
E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir todo o mundo do espírito olímpico, mas fora isso...
Fonte: http://glo.bo/PZzjTC
Tem-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro. Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário, nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito simpático.
Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo: queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de jogadores de pauzinho (também, conhecido como, desculpe, porrinha).
Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha, que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.
Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento, qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e ir para os Jogos. Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando o canudo; par ou impar. Etc, etc.
E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir todo o mundo do espírito olímpico, mas fora isso...
Fonte: http://glo.bo/PZzjTC
Qual a importância, REAL, que os governos dão aos seres humanos?
Quero que, por um instante, deixem de lado tudo o que vocês sempre pensaram em relação ao MST, partidos, etc... pensem só nas pessoas. Assistam isso até o fim...
Pensem em tudo que vem acontecendo por aí, que nós nem imaginamos... sim, se vocês estão lendo isso aqui, é porque estão em frente a um PC, com um tablet nas mãos...
Mas... lá fora, não! Não falo lá na Etiópia, Haiti.. falo aqui nas nossas vilas... Os humanos convivem com os ratos, moscas, esgoto a céu aberto, fezes, lixo, muito lixo espalhado por aí... lixo e pessoas convivendo... Opa! Pessoas? Ou será apenas o que sobrou do que deveria ser um ser vivo-humano?
Pergunto a vocês... alguém pode viver bem assim? Alguém pode ser feliz assim?
E vejam que ... ironia ...eles sorriem, eles ainda tem um fio de esperança naquele sorriso... nem eles sabem que têm ...mas está lá, bem no fundo de seus corações... se não fosse isso... haveria suicídio em massa. Não seria possível viver doutra forma!
Mas há também o outro lado... será que eles se dão conta de que vivem em tamanha miséria? Sabem como é o ser humano...para não sofrer tanto, se adaptam, vão se tornando parte do sistema... e nem sequer percebem o que são, como são, onde vivem... apenas vivem, ou melhor, respiram para não morrer.
Este vídeo é apenas um teaser para uma reportagem que será publicada amanhã, dia 06/08/2012.
Como anda a reforma agrária em São Gabriel?
Os repórteres Jefferson Pinheiro e André de Oliveira passaram dois meses acompanhando a realidade de diversos assentamentos no município, considerado como o "coração do latifúndio" do estado, onde 700 famílias foram assentadas em 2008, com a promessa de que aquele se tornaria um vibrante pólo de agricultura familiar.
A reportagem, realizada através do concurso de Microbolsas de Reportagem da Agência Pública, com patrocínio da Fundação Ford, estará no ar na segunda-feira, dia 6 de agosto, no site www.apublica.org
Pensem em tudo que vem acontecendo por aí, que nós nem imaginamos... sim, se vocês estão lendo isso aqui, é porque estão em frente a um PC, com um tablet nas mãos...
Mas... lá fora, não! Não falo lá na Etiópia, Haiti.. falo aqui nas nossas vilas... Os humanos convivem com os ratos, moscas, esgoto a céu aberto, fezes, lixo, muito lixo espalhado por aí... lixo e pessoas convivendo... Opa! Pessoas? Ou será apenas o que sobrou do que deveria ser um ser vivo-humano?
Pergunto a vocês... alguém pode viver bem assim? Alguém pode ser feliz assim?
E vejam que ... ironia ...eles sorriem, eles ainda tem um fio de esperança naquele sorriso... nem eles sabem que têm ...mas está lá, bem no fundo de seus corações... se não fosse isso... haveria suicídio em massa. Não seria possível viver doutra forma!
Mas há também o outro lado... será que eles se dão conta de que vivem em tamanha miséria? Sabem como é o ser humano...para não sofrer tanto, se adaptam, vão se tornando parte do sistema... e nem sequer percebem o que são, como são, onde vivem... apenas vivem, ou melhor, respiram para não morrer.
Este vídeo é apenas um teaser para uma reportagem que será publicada amanhã, dia 06/08/2012.
Como anda a reforma agrária em São Gabriel?
Os repórteres Jefferson Pinheiro e André de Oliveira passaram dois meses acompanhando a realidade de diversos assentamentos no município, considerado como o "coração do latifúndio" do estado, onde 700 famílias foram assentadas em 2008, com a promessa de que aquele se tornaria um vibrante pólo de agricultura familiar.
A reportagem, realizada através do concurso de Microbolsas de Reportagem da Agência Pública, com patrocínio da Fundação Ford, estará no ar na segunda-feira, dia 6 de agosto, no site www.apublica.org
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