Retroceder jamais!
Seguir... Não olhar para trás, a nao ser que seja para aprender com o que passou.
Seguir... nem que seja aos trancos e barrancos, mas sempre seguir adiante.
Um dia chega-se lá ... no horizonte, para vislumbrar um novo horizonte a alcançar.
In boca al lupo!
Crepi il lupo.
Publicidade
Mostrando postagens com marcador A vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A vida. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Minha vida em ciclos - Momento atual? Distraída
Acho que ando mais leve... ou estarei mais distraída?
Pior...será que estou alienada da vida?
Não. Não é para tanto. Talvez, é, talvez eu esteja alienada de alguns fatos.
Uns são desinteressantes mesmo... outros são tão, mas tão importantes, que me fogem... não os alcanço.
Já outros ficam a me abanar e dizer: vem, podes ajudar a mudar o mundo!
Ora! Prepotência minha seria aceitar, né? Quem sou eu, tão pequenina, ir lá, achando que poderia mudá-lo?
Até tentei...bem que tentei fazer a diferença neste mundão que aí está... mas, foi um minúsculo grão de areia. Não dá. Até quanto a isso, acho que andei desligando... talvez esteja apenas à "meia luz". Quiçá!
Olho aqui ao meu lado, olho a minha frente...mas olho, acima de tudo, mais para dentro... só que o buraquinho que tem aqui, só me permite espiar... beeem difícil de enxergar ainda, mas eu insisto. Se me "desligar", se me ausentar de ti, de vós...acho que me acho.
Se me achar, voarei tal qual borboleta...a leveza da alma permite alçar melhores voos.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
A gente se acostuma... Em tempos de #ArenaRio20 #Rio20
"A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma..."
Marina Colasanti
domingo, 15 de maio de 2011
Fotógrafo passa 36 anos fotografando irmãs para mostrar como o tempo age sobre nós
É maravilhoso este trabalho, mas, consegue ser também cruel.
É cruel ver que o tempo passa, vai deixando suas marcas, e a gente vai perdendo certas habilidades, vai perdendo o lado da beleza infantil, juvenil... É como se perdessemos o frescor. Como, não, né?!
Em compensação, conseguimos ter uma beleza madura.
Conseguimos perceber que, de fato, as marcas, aquelas que, muita vezes,abominamos, mostram, nada mais, nada menos, que vivemos, que curtimos a vida, que sentimos emoções, que sofremos, fomos alegres, felizes, que gozamos (em todos os sentidos) o que de bom a vida nos oferece.
Mas é fato que a vida só oferece suas oportundiades e nos ensina algo novo em cada uma delas, para aquelas (sim, usei no feminino, pois aqui falo das mulheres da fotografia, das mulheres todas.. e de mim...) que tem coragem, que vão em busca de algo amis, que não se contentam com a mesmice, que não se conformam com as injustiças, que sabem que podem ser poderosas e podem, semrpe, fazer a diferença neste mundo.
Portanto, essas marcas são linhas mal escritas pela natureza que tenta contar, nelas, a nossa história.
É mesmo! Tem umas que tem uma longa história. Haja vista a quantidade de linhas. Com elas, sim, poder-se-ia aprender muito ...
Quão gostoso deve ser poder sentar ao seu lado, ao final de uma tarde, curtindo um blues (quem sabe...), tomando um vinho .. ou nada disso; apenas estar ao lado de alguém q tenha tantas marcas em seu rosto, ou melhor dizendo, tanta vida vivida!!!
Deliciem-se com as fotos!
O fotógrafo Nicholas Nixon é responsável por uma compilação de fotos bastante curiosa. Desde 1975, ele é responsável por fotografar quatro irmãs. A intenção é mostrar como o tempo age sobre nosso corpo.
As imagens, em preto e branco, iniciaram mostram as irmãs que tinham de 15 a 25 anos. A mais velha delas, Bebe, é esposa do fotógrafo.
1975
.
.
.
1976
.
.
.
1977
.
.
.
1978
.
.
.
1979
.
.
.
1980
.
.
.
1981
.
.
.
1982
.
.
.
1983
.
.
.
1984
.
.
.
1985
.
.
.
1986
.
.
.
1987
.
.
.
1988
.
.
.
1989
.
.
.
1990
.
.
.
1991
.
.
.
1992
.
.
.
1993
.
.
.
1994
.
.
.
1995
.
.
.
1996
.
.
.
1997
.
.
.
1998
.
.
.
1999
.
.
.
2000
.
.
.
2001
.
.
.
2002
.
.
.
2003
.
.
.
2004
.
.
.
2005
.
.
.
2006
.
.
.
2007
.
.
.
2008
.
.
.
2010

É cruel ver que o tempo passa, vai deixando suas marcas, e a gente vai perdendo certas habilidades, vai perdendo o lado da beleza infantil, juvenil... É como se perdessemos o frescor. Como, não, né?!
Em compensação, conseguimos ter uma beleza madura.
Conseguimos perceber que, de fato, as marcas, aquelas que, muita vezes,abominamos, mostram, nada mais, nada menos, que vivemos, que curtimos a vida, que sentimos emoções, que sofremos, fomos alegres, felizes, que gozamos (em todos os sentidos) o que de bom a vida nos oferece.
Mas é fato que a vida só oferece suas oportundiades e nos ensina algo novo em cada uma delas, para aquelas (sim, usei no feminino, pois aqui falo das mulheres da fotografia, das mulheres todas.. e de mim...) que tem coragem, que vão em busca de algo amis, que não se contentam com a mesmice, que não se conformam com as injustiças, que sabem que podem ser poderosas e podem, semrpe, fazer a diferença neste mundo.
Portanto, essas marcas são linhas mal escritas pela natureza que tenta contar, nelas, a nossa história.
É mesmo! Tem umas que tem uma longa história. Haja vista a quantidade de linhas. Com elas, sim, poder-se-ia aprender muito ...
Quão gostoso deve ser poder sentar ao seu lado, ao final de uma tarde, curtindo um blues (quem sabe...), tomando um vinho .. ou nada disso; apenas estar ao lado de alguém q tenha tantas marcas em seu rosto, ou melhor dizendo, tanta vida vivida!!!
Deliciem-se com as fotos!
As imagens, em preto e branco, iniciaram mostram as irmãs que tinham de 15 a 25 anos. A mais velha delas, Bebe, é esposa do fotógrafo.
1975
.
.
1976
.
.
1977
.
.
1978
.
.
1979
.
.
1980
.
.
1981
.
.
1982
.
.
1983
.
.
1984
.
.
1985
.
.
1986
.
.
1987
.
.
1988
.
.
1989
.
.
1990
.
.
1991
.
.
1992
.
.
1993
.
.
1994
.
.
1995
.
.
1996
.
.
1997
.
.
1998
.
.
1999
.
.
2000
.
.
2001
.
.
2002
.
.
2003
.
.
2004
.
.
2005
.
.
2006
.
.
2007
.
.
2008
.
.
2010
Fonte: http://bit.ly/jnl6UI
sábado, 25 de setembro de 2010
Partirei
Foto clicada na casa de meus pais em Santa Tereza
Partirei
Juntarei os pedaços
De meus sonhos
Às particulas que restaram
De minhas ilusões.
Perder-me-ei
Nesse universo infinito
Sem dar ouvidos
Às batidas do meu coração!
Transformarei as lembranças
Em saudade...
Maus pensamentos
Colocarei de lado...
Levarei minha bagagem
Repleta de coragem
Para seguir o destino
Que me for traçado!
Transportar-me-ei
A um mundo iluminado
Onde não more a violência
Nem a traição lidere...
Onde a luz do amor
Nos corações impere...
Onde brotem fontes
De felicidade!
Antonia Nery Vanti
Uma homenagem...
Por uma história de amor...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
A vida é... O que é a nossa vida, afinal?
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira. ..
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'
Mário Quintana
Recebi essa poesia de um dos meus anjos: @llightspeed
Assinar:
Postagens (Atom)




