Publicidade

Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Conheça os crimes virtuais mais comuns em redes sociais e proteja-se


Com 94,2 milhões de pessoas utilizando a internet no Brasil e 45% delas usando redes sociais diariamente, não é difícil imaginar que algumas pessoas vão achar estratégias para roubar dados. Segundo a Bitdefender, a cada 15 segundos, um brasileiro é vítima de fraudes com documentos roubados ou informações furtadas na rede. Mais de 28 milhões de pessoas foram prejudicadas por cibercrimes, o que custou perto de R$ 16 bilhões ao país em 2012.
As maneiras mais comuns disso acontecer é através do phishing (conversas ou mensagens falsas com links fraudulentos), spam (mensagens enviadas sem o consentimento do usuário) e malwares (softwares maliciosos instalados sem permissão do usuário, como vírus).
Segundo o infográfico da Bitdefender, as redes sociais são os lugares onde mais se compartilham links maliciosos que, quando clicados, podem levar à instalação de programas nocivos no PC. Pornografia e banners de publicidade, vem em seguida no ranking.
Quando um equipamento é invadido, abre-se para outras pessoas o acesso de informações armazenadas de forma privativa, como fotos, senhas de bancos e vídeos. As principais consequências são o roubo de informações e danos às máquinas.
No Facebook,  os golpes mais comuns simulam notícias de celebridades, fotos polêmicas ou escandalosas e provocações que fazem o usuário acreditar que poderá saber quem visualizou o seu perfil se clicar em meia dúzia de botões. Já no Twitter, a estratégia mais usada pelos criminosos é enviar links para supostos vídeos e fotos que teriam alguma relação com o internauta.
Para se proteger, é necessário ter muita cautela ao clicar em links na internet. O cuidado de digitar você mesmo o endereço da rede social no browser evita clicar em links duvidosos que reencaminham o usuário para outro site. Além disso, ser seletivo na hora de aceitar amigos nas redes socais garante que as suas informações só serão compartilhadas com quem o internauta realmente conhece. Afinal, saiba que, com raras exceções, tudo o que é publicado nas redes sociais acaba ficando disponível permanentemente na internet para os contatos.

Os crimes virtuais mais comuns em redes sociaisFonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/08/conheca-os-crimes-virtuais-mais-comuns-em-redes-sociais-e-proteja-se.html

Infográfico: Crimes virtuais nas redes sociais – criado por TechTudo

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Explicando as mídias sociais de forma lúdica

Às vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras.
Quanto mais se explica...mais confuso fica.
Então a escolha de uma imagem, uma forma lúdica de mostrar o que se deseja, pode ajudar muito mais na compreensão.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Os pais "incomodam" os adolescentes nas redes sociais e eles debandam

Há algumas semanas, vários estudos começaram a aparecer  mostrando a redução do interesse dos adolescentes pelo Facebook em favor de outras redes ou aplicativos móveis e um “envelhecimento” da base dos usuários da rede social.
A média de idade dos usuários do FB, que em 2010 era de 38 anos, subiu para 41 anos em 2012. Um dos aspectos desse movimento é que o interesse dos adolescentes pela rede social diminui na medida em que aumenta o interesse pela rede por parte dos seus pais. Nos Estados Unidos, 72% das mães  entrou no Facebook para não perder seus filhos de vista e, por conta disso, vários teens começam a reclamar de perda de privacidade.
Nos últimos seis meses, a base de usuários ativos teenagers do Facebook no Canadá e Estados Unidos caiu, respectivamente, 5,31% e 7,39%.
A empresa de Mark Zuckerberg admitiu o movimento como preocupante num dos seus relatórios para a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos EUA. “Acreditamos que alguns dos nossos usuários, particularmente os mais jovens, conhecem e estão ativamente engajados com outros produtos e serviços similares ao Facebook ou em substituição a ele… No caso desse engajamento aumentar podemos experimentar um declínio do envolvimento dos nossos usuários e nosso negócios poderia ser afetado”, diz um trecho do Form 10-K Annual Report entregue pelo Facebook à SEC e preenchido em 1 de fevereiro de 2013.
A Right Mix Marketign, especializada em content marketing, SEO e blogs corporativos, montou um infográfico com as principais informações de vários estudos. Confira abaixo:
Are Teenagers Abandoning Facebook? #Infographic
Social Media Intelligence via Right Mix Marketing

Fonte: http://migre.me/efC8f

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Os 10 sites mais visitados do mundo

Logo do Facebook na sede da empresa na Califórnia
Facebook: a maior rede social do mundo teve 836.7 milhões de visitantes únicos

 Entre as empresas, a Microsoft possui 3 sites na lista, seguida pelo Google com 2
São Paulo - A ComScore, empresa especializada em medições do ambiente virtual, divulgou dados sobre os maiores sites em visitantes únicos do mundo. Confira a lista abaixo e perceba que, dos 10 primeiros, dois são chineses.
O Google não é o líder. O topo da lista ficou com o Facebook. O Youtube é o terceiro colocado.
O Twitter, por sua vez, não aparece no TOP 10, figurando em 14º colocado.
Entre as empresas, a Microfot possui 3 sites na lista, seguida pelo Google com 2.
Confira:
10 - MSN.com - 254.1 milhões de visitantes únicos
Portal de conteúdo da Microsoft.
9 - Baidu - 268.7 milhões de visitantes únicos
Ferramenta de busca chinesa.
8 - Microsoft.com - 271.7 milhões de visitantes únicos
Site oficial da Microsoft, destinado a compras e atualizações de produtos.
7 - QQ.com - 284.1 milhões de visitantes únicos
Outra ferramenta chinesa semelhante ao Google.
6 - Live.com - 389.5 milhões de visitantes únicos
Ferramenta de e-mail da Microsoft.
5 - Wikipedia.com - 469.6 milhões de visitantes únicos
Enciclopédia colaborativa gratuita.
4 - Yahoo.com - 469.9 milhões de visitantes únicos
Ferramenta de busca.
3 - YouTube.com - 469.9 milhões de visitantes únicos
Site de vídeos.
2 - Google.com - 782.8 milhões de visitantes únicos
Ferramenta de busca mais usada no mundo.
1 - Facebook.com - 836.7 milhões de visitantes únicos
A maior rede social do mundo.
Informações do Business Insider.
Fonte: http://bit.ly/V4oruB 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Descartando o HTML5, Facebook otimiza o app para Android

Facebook lança aplicativo mais veloz para Android

Novo app descarta HTML5 em favor da utilização do código nativo do Android
O Facebook lançou uma nova versão para o seu aplicativo para smartphones Android, que permite acessar mais rapidamente as mensagens, linha do tempo e notícias.
O lançamento do app marca a reescrita de várias partes principais do software da rede social, com o intuito de abandonar o HTML5.
"Nós reconstruímos vários dos recursos principais em código nativo do Android, incluindo o feed de notícias e a timeline, a fim de criar uma experiência mais rápida ao carregar o aplicativo, visualizar fotos, ou interagir com os amigos", escreveu o engenheiro do Facebook para Android, Frank Qixing Du, em um post no blog de engenheiros da empresa. "Agora, você pode comentar e curtir uma história mais rapidamente e o carregamento de fotos foi otimizado para ser muito mais rápido. Nós também construímos um novo banner de atualização automática para mostrar as histórias mais recentes, não importando em que local do feed de notícias o usuário está."
O Facebook apostou em uma mistura do código Android que roda no dispositivo e páginas da web que são codificados em HTML5 para que se pareçam com telas de aplicativos. Mas no início deste ano, o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, disse que estava mudando tudo isso.
"Acho que o maior erro que cometemos como empresa foi apostar no HTML5 em vez do código nativo", disse Zuckerberg ao TechCrunch, durante a conferência Disrupt, que ocorreu em setembro, em São Francisco.
O resultado será um aplicativo que carregará visivelmente mais rápido e será duas vezes mais rápido ao navegar por fotos e pela linha do tempo, disse o FB na quinta-feira.
O novo aplicativo, Facebook versão 2.0 para Android está disponível para download na loja do Google Play.
A rede social de Mark Zuckerberg espera desenvolver outras melhorias no futuro. "A infraestrutura interna permitirá que continuemos a fazer o aplicativo ainda mais rápido, mais suave e rico em recursos", disse.

Fonte: http://bit.ly/RuiSGw

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Debates levam pauta social à Rio+20 - Conheça a ArenaRio20


País apresenta desenvolvimento sustentável com inclusão social


A Arena Socioambiental foi montada para apresentar as estratégias brasileiras bem sucedidas de combate à pobreza e às desigualdades sociais no contexto do desenvolvimento sustentável. O espaço de diálogo do governo brasileiro com a sociedade civil na Rio+20 está montada nos pilotis e jardins do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. A Arena será palco de exposições, atividades culturais e feira de produtos da sociobiodiversidade brasileira entre 16 e 22 de junho. Também abrigará dois grandes debates por dia, com transmissão ao vivo e interativa pela internet. O acesso é livre.
Durante o evento, o governo brasileiro vai reforçar a sua posição de que o desenvolvimento sustentável só é possível com inclusão social e combate à pobreza, articulando o tema aos debates sobre desenvolvimento econômico e conservação ambiental.
Vídeo - Pelo Youtube, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, convida todas as pessoas a participarem da Arena Socioambiental, pessoalmente ou pela internet. Um dos locais mais movimentados da Arena será o Espaço Encontros Globais, que terá dois debates diários, com transmissão ao vivo e interativa pela internet, sobre os desafios do desenvolvimento sustentável.
Entre os debates, o público poderá assistir a apresentações musicais representativas da nossa diversidade cultural e experimentar produtos baseados no uso sustentável dos recursos da biodiversidade brasileira, na Praça da Sociobiodiversidade e no Café+20.
A Arena é coordenada pelo MDS, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Nela, participarão mais dez ministérios: Meio Ambiente; Desenvolvimento Agrário; Saúde; Educação; Justiça; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Comunicações; Previdência Social; Aquicultura e Pesca; e Integração Nacional. Também estarão presentes a Secretaria-Geral da Presidência da República e as secretarias de Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Políticas para a Promoção da Igualdade Racial.
Produtos da sociobiodiversidade em destaque
Povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares terão seus produtos comercializados na Praça da Sociobiodiversidade. A expectativa é que 5 mil pessoas visitem a praça por dia para conhecer e comprar alimentos, artesanatos e cosméticos produzidos de forma sustentável por essas populações. Os empreendimentos que participarão da praça envolvem quase 14 mil famílias que trabalham com produção sustentável. “É um espaço para demonstrar a riqueza dos nossos biomas e a importância da sua conservação ambiental”, diz a assessora técnica da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan) do MDS, Hétel Santos.
Talentos do Brasil - Geléia de umbu e licuri da Caatinga, pequi, baru e fitocosméticos naturais do Cerrado, erva-mate, pinhão e artesanatos de ouricuri da Mata Atlântica, castanha-do-pará (chamada de castanha-do-brasil para exportação), cosméticos de murumuru e artesanato indígena da Amazônia são alguns dos produtos que poderão ser encontrados na praça. No local também serão comercializadas roupas e bolsas de taboa, além de brincos e pulseiras de tururi do programa Talentos do Brasil.
O Brasil tem aproximadamente 144 milhões de hectares de florestas de uso comunitário, onde vive uma população de cerca de 1,5 milhão de pessoas. “Apesar desses grupos já terem seus produtos no mercado, ainda temos pessoas das comunidades em situação de vulnerabilidade e extrema pobreza”, diz a diretora do Departamento de Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente, Cláudia Calorio.
Participe
Facebook: Arena Socioambiental
Twitter: @ArenaRio20
Instagram: arenasocioambiental
Flickr: Arena Socioambiental 
Blog: www.arenasocioambiental.org
Email: arenasocioambiental@gmail.com 

Veja o vídeo da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, clicando aqui

Fonte: http://bit.ly/LL4o0E


sábado, 24 de dezembro de 2011

Se foi ao #TwitterMix, saberá do que falo ...

Bem, desde o primeiro Twitter Mix, já se passou pouco mais de 1 ano, mas muitas mudanças aconteceram conosco, seja internamente, na forma de pensar ou nas ações que passamos a assumir. Pelo menos, para mim, ocorreu muita coisa... coisas boas, é claro!
Acima de tudo, talvez o mais importante, foi ter conhecido pessoas excepcionais, pessoas que fizeram a diferença em minha vida. Todas, sem exceção, acrescentaram algo em mim, na minha forma de viver meus dias. Hoje sou mais pessoa, com mais conteúdo, mais alegre, sorriu mais, sou mais feliz, porque conheci tanta gente especial.
As pessoas podem provocar mudanças em nós, mesmo virtualmente, através do que denominamos "Redes Sociais", mas percebemos mais, sentimos mais quando conhecemos, presencialmente, essas pessoas.
O fato de podermos colocar os 5 sentidos em ação, na presença de alguém, faz com que ela adquira outro status... talvez uma aura, um elo de ligação muito profundo, que só pode ser entendido vivenciando o que conseguimos vivenciar em cada uma das duas edições do Twitter Mix.
Foi tudo magia!
Criou-se um elo para sempre. Amigos para sempre é o q seremos, gente!


Quem vem e soma, acaba se juntando ao que já se tinha e, por conseguinte, começa a fazer parte de nosso ser. E é por isso, creio eu, que, se somos felizes, fazemos os outros felizes e ... isso retorna, pois a nossa felicidade se agrega a do outro que compomos... é como uma espiral crescente... e assim é sempre e sempre.

Obrigada a todos vocês, por tudo que fizeram, pela mudança positiva que provocaram em mim e em muitas outras pessoas!
UM FELIZ NATAL E MAIS FELIZ AINDA 2012!!


 Foto feita por uma desconhecida, no aeroporto.
Foto @Johnguardacosta 
 Foto @Johnguardacosta 
Foto @Johnguardacosta  
Foto @Johnguardacosta  
 Foto @Johnguardacosta
  Foto @Johnguardacosta
Foto @Johnguardacosta
Foto @Johnguardacosta 
 Momento ímpar...
 Foto @Johnguardacosta
Bem, gente..tem tantas fotos q nem sei como começar a escolher. Deve fazer umas 3 horas que estou analisando todas as fotos dos dois eventos... em q aparecem pessoas, é claro!

Deixo essas apenas, para marcar a amizade....


Ps.: As fotos que não tem autor foram clicadas por mim ou, as em que eu apareço, foram clicadas por alguém que estava conosco. Neste momento não lembro mais.

domingo, 30 de outubro de 2011

Facebook testa teoria dos seis graus de separação: quantos nos separam um do outro

Rede social lança versão digital do clássico experimento do psicólogo Stanley Milgram e convida usuários a fazer uma mensagem chegar até um desconhecido

© violetkaipa /shutterstock

Apenas seis laços de amizade separam você de qualquer outra pessoa no mundo. Pelo menos foi a polêmica conclusão de um experimento do psicólogo Stanley Milgram (1933-1984), da Universidade Yale, feito nos anos 60. Em uma época na qual trocar informações on-line e em tempo real mais parecia enredo de ficção científica do que um futuro próximo, o psicólogo decidiu colocar à prova o clichê “o mundo é pequeno”: enviou pacotes a 160 moradores da pequena cidade de Wichita, no Kansas, e de Omaha, no Nebraska, pedindo-lhes que os mandassem para algum amigo ou conhecido que acreditassem que faria a encomenda chegar o mais rápido possível ao destinatário final – um habitante de Boston, Massachusetts. Várias das entregas chegaram, após passar por, em média, 5,5 pessoas. A hipótese de que bastam uns poucos conhecidos para constituir uma rede social muito maior do que imaginamos se popularizou rapidamente. Foi testada por outros estudiosos, que depararam com a mesma média, e inspirou o filme Seis graus de separação, de 1993.


Hoje, navegando nos domínios do Facebook ou do Twitter, não é tão difícil descobrir que um amigo está conectado a uma pessoa que, por sua vez, está ligada a outra que tem no rol de amizades virtuais um ganhador de Prêmio Nobel ou um artista de cinema. Não por acaso, algumas notícias se disseminam nessas páginas em segundos, antes de serem divulgadas pela mídia. Seria apenas coincidência ou as redes sociais retomam e reforçam a teoria de Milgram? Os sites Yahoo e Facebook decidiram levar adiante uma versão digital da experiência, mas em proporções bem menos modestas que as poucas dezenas de voluntários recrutados pelo psicólogo americano – traduzida em 13 idiomas, a página Small world convida os quase 750 milhões de usuários do Facebook a fazer uma mensagem chegar até um desconhecido de um país qualquer, selecionado pelos administradores do projeto. Para se tornar um “remetente” e participar, é necessário ter uma conta na rede social. Por que não conferir se realmente alguns poucos laços separam você de um cidadão do Camboja ou da Rússia? Basta acessar: http://smallworld.sandbox.yahoo.com/.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/seis_graus_de_separacao.html

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Redes sociais têm (todo) poder sobre conteúdo publicado pelo usuário

Sabe aquela foto do seu cachorro que fez sucesso entre os amigos no Facebook? E se ela fosse usada em uma propaganda, sem que você fosse consultado nem recebesse nada por isso? Pode?
Em teoria, sim. E, se você achava que não, é porque nunca deu atenção aos termos de uso e às políticas de privacidade da rede social.
Tal regra não é exclusividade do Facebook. Quem tem conta no Twitter, no Google+ ou no Orkut permite, ao clicar "li" e "aceito" no cadastro, que esses serviços usem, quase sem restrições, as informações pessoais ali publicadas --até para integrar anúncios. Apesar de prevista nas letras miúdas do regulamento dos quatro sites, essa política não torna nenhum deles responsável pelo conteúdo publicado por usuários, como ficou claro em decisão do Superior Tribunal de Justiça.
Na semana passada, a corte isentou o Google de indenizar um usuário que teve um perfil falso criado no Orkut. Decidiu-se que os sites não são obrigados a fiscalizar previamente o conteúdo.
"O provedor só é responsável, se, depois de notificado, não tomar nenhuma atitude", diz Victor Haikal, especialista em direito digital do escritório PPP Advogados.
Os contratos têm outros pontos controversos, como a liberdade que as redes têm de alterar as regras a qualquer momento, sem notificar os usuários, e alguns insólitos, como a restrição (legalmente nula no Brasil) de uso do Facebook por quem já cumpriu pena por crime sexual.
Quem possui contas nessas quatro redes sociais supostamente leu mais de 160 mil caracteres de regras.
Como mostra o quadro abaixo, é mais do que Gabriel García Márquez precisou para, em 1981, contar a "Crônica de uma Morte Anunciada".

Editoria de Arte
SEM DESCULPA
A extensão dos contratos não atenua as consequências da quebra das cláusulas. Ao aceitar os termos sem lê-los, o usuário "foi negligente", diz Haikal. "Você precisa cumprir o contrato. 'Ah, é arbitrário...' Mas você concordou."
Em julho, o programador Michael Lee Johnson publicou anúncio no Facebook para ganhar seguidores no Google+. Todos os seus anúncios foram removidos da rede social.
A exclusão está amparada pelo contrato do Facebook, segundo o qual o site pode remover "qualquer anúncio, por qualquer motivo".
Outro item polêmico que aparece nos contratos é o compartilhamento de informações com terceiros. Quem entra numa rede social por meio de um aplicativo criado por outra empresa autoriza que esta veja seus dados.
Mudanças nas ferramentas oferecidas, se amparadas pela lei, também podem ser feitas à vontade, já que os termos não detalham cada serviço. Há alguns anos, o Orkut criou, sem notificação, um recurso que permite ao usuário ver quem visitou seu perfil. A novidade irritou internautas.
"Temos um compromisso com a transparência, e o recurso foi introduzido nesse sentido. O usuário poderia ativar ou desativar essa funcionalidade quando quisesse", diz Felix Ximenes, diretor de comunicação e políticas públicas do Google Brasil.

Editoria de Arte
Fonte: http://migre.me/5LE3o

domingo, 28 de agosto de 2011

Não pire nas redes sociais - se é que isso seja possível....

Jessica H. Lawrence, ao deixar seu emprego no Girl Scouts do distrito de San Gorgonio em Redlands (Califórnia) para começar um nova vida em Nova York, chegou na cidade, no final de janeiro, sem emprego, apartamento ou alguém para mantê-la aquecida nas noites de inverno.
Mas, em menos de seis meses, ela encontrou todos os três --e tudo isso graças ao Twitter.
O emprego surgiu após uma mensagem inspiradora de um amigo no Twitter que a fez participar do encontro NY Tech Meetup, onde ela se candidatou para um emprego e se tornou a diretora-executiva.
Ela encontrou um apartamento depois de enviar uma mensagem no Twitter ao fundador do restaurante Midnight Brunch. Isso acabou se transformando em um convite e --depois do encontro com os donos da casa revestida de pedra, onde as refeições são servidas-- no apartamento do subsolo também.
Quanto ao namorado, um dos fundadores do clube do vinho Noble Rot, ela o conheceu quando começou a seguir o clube no Twitter. Na próxima semana, eles vão se mudar para um apartamento em Williamsburg.
"Então, você pode ver por que eu tenho esse amor eterno pelo Twitter", disse Lawrence, 32. No entanto, sua devoção a uma rede social não é um ato de sentimentalidade --é parte de uma cuidadosa estratégia de combate à exaustão nas redes sociais. Em um tempo no qual qualquer pessoa com acesso à internet deve se dedicar a diversos sites de relacionamento e manter um emprego durante o dia, Lawrence decidiu concentrar-se em um único site em vez de se desdobrar além de seus limites sobre meia dúzia deles.

                     Hiroko Masuike/The New York Times
Jessica Lawrence, que optou por usar apenas o Twitter, em seu apartamento em Nova York
Jessica Lawrence, que optou por usar apenas o Twitter, em seu apartamento em Nova York

A pressão implacável para participar das mais novas redes sociais tornou-se destaque em junho com o lançamento do Google+, o site de relacionamento do Google. De acordo com a Nielsen, as redes sociais são atualmente a atividade on-line mais popular, superando o envio de e-mails, as pesquisas na internet e a participação em games.
Colocando de outra forma: um em cada quatro minutos e meio gastos na web é dedicado aos sites ou blogs de relacionamento. E, no ano passado, o visitante comum gastava 66% mais tempo nesses sites do quem em 2009, quando os primeiros adeptos já estavam se sentindo digitalmente exaustos.
"Eu estou com sobrecarga tecnológica", disse Lawrence, que tem contas no Facebook e no LinkedIn, mas que quase não as usa mais. "Eu já sinto como se estivesse vivenciando uma morte lenta por e-mail." Mesmo adorando tecnologia e usando o Google+ desde o seu lançamento, "estou tendo muita dificuldade para justificar a inclusão de outra ferramenta social para o meu kit de ferramentas", disse ela.
Mas qualquer tentativa reducionista feita por internautas cansados é complicada devido à proliferação de sites como o Klout e o PeerIndex, que estão ativamente calculando a influência dos usuários e ranqueando-os em uma hierarquia on-line. (No Klout, cada usuário recebe uma pontuação entre 1 e 100. Se você estiver na faixa dos 20 pontos, está na média; se tiver algo próximo de 40, você está sendo seguido de maneira saudável; se a sua pontuação for 100, você é o Justin Bieber).
Dependendo da pessoa em questão, isso é algo fantástico ou assustador. No futuro, marcas e até potenciais empregadores poderão tomar decisões a seu respeito com base em sua pontuação. (Algumas empresas, como a Virgin America e o Palms Hotel and Casino em Las Vegas, fizeram testes com o Klout.)
Os usuários mais ativos e organizados das redes sociais têm rotinas diárias para aprimorar suas identidades digitais. Geralmente, essas rotinas dependem de automação e distribuição. Por exemplo, sites como o Ping.fm, o OnlyWire e o Hellotxt permitem que os usuários publiquem o mesmo conteúdo em vários sites de relacionamento com um ou dois cliques no mouse. Outros sites, como o Buffer, o SocialOomph e o TwitResponse, possibilitam que os usuários escrevam posts com meses de antecedência e os agendem para serem publicados em uma data futura.
"Automação, tanto em termos da data em que o conteúdo é disponibilizado quanto distribuído, é o que me impede de enlouquecer", disse Josh Kaufman, autor de "The Personal MBA: Master the Art of Business" (O MBA pessoal: domine a arte dos negócios, na tradução literal). "Caso contrário, isso seria simplesmente impossível de gerenciar."
As contas do Facebook e do LinkedIn de Kaufman estão ligadas à sua página do Twitter. Então, quando ele publica uma atualização no Twitter, ela aparece em todas as suas três contas. "E, quando eu conseguir descobrir como fazer para transmiti-la para o Google+, eu o farei também. "Será que eu preciso ter o controle de mais alguma coisa?", disse ele imaginando.
A resposta é não, mas, por enquanto, Kaufman, 29, residente de Fort Collins (Colorado), tem reservado para sua rotina em redes sociais menos de 30 minutos todas as manhãs (na verdade, exceto pelo dia em que cortou a sua lista indigesta das pessoas que seguia no Twitter de 1,5 mil para 85).
Dito isso, ele mantém os painéis das redes sociais abertos em seu computador o dia todo a fim de absorver as suas informações gotejantes. Por trabalhar sozinho, ele gosta do "efeito bebedouro" dos feeds de seus amigos: a facilidade com que ele pode dizer olá para alguém distante, mesmo que apenas por um momento.
Quando ele precisa se concentrar, ele confia no Freedom, um aplicativo de produtividade capaz de bloquear a internet por um período de até oito horas. Alternativamente, ele configura o seu computador de modo que, ao tentar desviar seu browser para, digamos, o Google+, o computador o direciona, em vez disso, para uma página no desktop.
"Se você usa sua força de vontade uma vez para mudar o ambiente", disse ele, "não é preciso ter disciplina".

Editoria de Arte / Folhapress
Alguns usuários acreditam que todas essas redes sociais acabam levando a uma alienação.

"Eu prefiro passar o tempo com alguém em um restaurante em vez de passá-lo no Foursquare dizendo às pessoas 'Eu estou no restaurante'", disse Graham Hill, 40, fundador do site TreeHugger e do concurso de design LifeEdited. Falando de uma cabana no Canadá sem serviço de internet, ele disse que usa o Twitter e o Facebook e que está bisbilhotando o Google+. No entanto, Graham se esforça para ser eficiente.
Por exemplo, ele lê um livro no Kindle, faz o upload das citações e das ideias inspiradoras em sua conta da Amazon para, em seguida, editá-las em forma de posts no Twitter, os quais agenda para serem publicados ao longo de muitas semanas por meio do serviço de monitoramento HootSuite.com.
Algum dia, ele espera contratar alguém para editar e publicar conteúdos em seu lugar a fim de que seja possível passar mais tempo off-line.
"Os momentos intermediários são importantes", disse ele, referindo-se aos momentos ociosos da vida, como esperar na fila do banco ou tomar um táxi, "momentos em que você deveria estar consigo mesmo em vez de tentando estar em algum lugar no qual não está."
Muitas pessoas escolheram desintoxicar-se das redes sociais ou optaram por saírem delas simplesmente para voltarem mais tarde. Lawrence afirma que analisa todos os sites de relacionamento fazendo a si mesma uma única pergunta: "Isso irá melhorar a minha vida?".
Cada site de relacionamento tem a sua própria cultura, disse Brian Solis, diretor do Altimeter Group, uma empresa de pesquisa tecnológica, e autor do livro "The End of Business as Usual" (O fim dos negócios como costumavam ser, na tradução livre). Mas cada cultura não é certa para cada pessoa.
"O valor está nos olhos de quem vê", disse Solis, acrescentando que uma pequena porcentagem de leitores de seus sites de relacionamento afirma estar sofrendo de fadiga das redes sociais. E eles costumam tomar um segundo fôlego.
"Todas as pessoas ainda estão falando sobre requerer a falência do e-mail", disse ele. "Mas, no final do dia, você continua a usá-lo."
 
Tradução de FABIANO FLEURY DE SOUZA CAMPOS
Fonte: http://bit.ly/pwp0XL
 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pesquisa indica 'cansaço de redes sociais' em usuários (Será??)

(Penso que pode estar havendo uma maior conscientização quanto ao uso das redes. As pessoas estão deixando de ser "viciadas", para se tornarem pessoas que aprenderam a fazer um bom uso das redes, e descobriram que, para isso, não é necessário passar 24 horas em frente ou dentro delas. Isso é o que eu peno sobre o assunto. Rute)



Usuários mais jovens usam mais as redes sociais que os usuários mais velhos
Uma pesquisa realizada por uma consultoria especializada em tecnologia da informação identificou "sinais de fadiga" no uso de redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, entre segmentos de usuários em diversos países.
A pesquisa da consultoria Gartner ouviu 6,3 mil pessoas entre 13 e 74 anos de idade, em 11 países desenvolvidos e emergentes, incluindo no Brasil.
Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens.
Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
"A pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos", disse o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau.
"O fato de 31% do grupo na categoria 'aspirantes' (mais jovens, que circulam por vários ambientes e com uma percepção mais aguçada sobre as marcas) indicarem que estão cansados de redes sociais é algo que os provedores dessas redes devem monitorar, porque eles precisarão inovar e variar para manter a atenção do consumidor", avaliou.
"Os conteúdos de marca precisam ser inovadores e capazes de capturar a atenção das pessoas imediatamente. A nova geração de consumidores é incansável e tem uma janela curta de atenção, e é preciso muita criatividade para criar impacto significativo."

Privacidade
Para os entrevistados, a exposição da privacidade é a razão mais forte para desistir de usar as redes sociais. Em seguida, vem a superficialidade dos comentários postados por outros usuários.
Em seguida, a questão da privacidade volta, com os usuários dizendo que usam menos as redes sociais porque não querem que os seus contatos saibam demais sobre a sua vida.
"Os adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos de idade têm muito mais probabilidade de dizer que aumentaram o uso das redes sociais", disse a especialista que coordenou a pesquisa, Charlotte Patrick.
"Na outra ponta do 'espectro do entusiasmo', as diferenças etárias são muito menos marcadas, com uma proporção consistente de pessoas dizendo que estão usando menos as redes sociais."

Brasil
A pesquisa ouviu 581 pessoas no Brasil, onde o Orkut ainda é o líder de usuários, seguido pelo YouTube e pelo Facebook.
"O Brasil é normalmente é citado como um dos países que adotam com entusiasmo as redes sociais, mas nossa amostra de respondentes não exibiu essa tendência forte de uso", afirmou a pesquisa.
"O uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos."
Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países.
Entre os entrevistados brasileiros, 46% se disseram preocupados com o tema, ante uma média geral de 33% de usuários.

Fonte: http://bbc.in/qplhLz

domingo, 17 de abril de 2011

E Viva a Variação Linguística (Recebi do @hapoesia)

Recebi um carinho.. pois é... um carinho em forma de texto, de um amigo que conheci via Twitter. O Marcos Lima (no Facebook e no Twitter) 

O texto (que reproduzo abaixo) foi-me deixado no Facebook.
E viva as Redes Sociais!!

Este texto foi postado por Beleza Interior, no FB, que é mantida pelo Carpinejar.

Tem-se falado muito no #Twitter sobre as características regionais deste Brazilsão, dentre elas as variações linguísticas.
Por exemplo, eu escrevo muito usando o tu, te, ti... tão comum aqui no Rio Grande do Sul, enquanto muitos dos que sigo (e me seguem) falam você.
Uso muito outras expressões bem gaúchas (Bah! é a mais comum), e outras mais tipicamente portoalegrenses, como "capaz", "pior", "findi" ...

Gostei do texto, por isso o reproduzo aqui. Vejam!


Se no Rio Grande do Sul o "pior" é concordar, o "capaz" é negar, mostrar contrariedade e até desconfiança com a questão.

- Foi na festa do Paulo no sábado?
- Capaz!

No Brasil, emprega-se o capaz como sinônimo de apto, disposto, adequado. É exatamente o contrário aqui, provando nosso talento oposicionista. Revela um deboche, um "nada a ver". O capaz diz ao interlocutor que ele "viajou", "exagerou", "perdeu a noção da realidade".

(um indício do comportamento autossuficiente no estado: o dicionário mais procurado nas escolas era o de Celso Pedro Luft, um gaúcho, em vez do tradicional Aurélio)

Em caso de ofensa com uma pergunta, o "capaz" é antecedido pelo "bem", resultando num cômico trenzinho de vogais:

- Está namorando o Paulo?
- Beeem capaaaz!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O verdadeiro significado de uma cutucada no Facebook




Adaptado do Impersonals.net mas com ideias abrasileiradas:
Se uma das pessoas em questão for um anão, a cutucada sempre terá uma conotação sexual.
Não importa o que ele estiver pensando, atacará com uma cutucada direta no saco.

Fonte: http://bit.ly/h83VxE
Dica: @interney