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domingo, 11 de agosto de 2013

08/08/2013: Dia de aprontar poucas e boas (A história do Guga)

Que vergonha! Começar um post comigo deste jeito... Mamãe, mamãe!! Humpf!! Só para mostrar que eu já não sinto tantas dores e consigo fazer xixi erguendo a perna. Pelo menos, nesse dia eu não sentia tanto, porque elas ainda aparecem e me deixam bem borococho.




Digamos que o dia foi de aprontar algumas....
Na noite de 07 para 08, isto é de quarta para quinta, o Guga teve uma noite muito agitada. Respirava rápido, estava irrequieto, levantava, sentava, deitava, levantava, sentava... Imaginei que ele poderia estar querendo fazer xixi. O Sérgio, meu filho, sugeriu colocá-lo no chão, sobre o tapete especial para a situação, para ver se ele fazia xixi, como havia feito duas noites atrás. Nada. Levei-o até a sala e nada de novo. Até qua às 02h da madrugada tive de levantar da cama, vesti apenas um longo casaco sobre o pijama, calcei um sapato e levei-o para passear. Fez xixi e não quis mais caminhar. Logo quis voltar para casa.
Parecia que havia melhorado um pouco, mas que qual... a noite foi, de fato, muito agitada. Deitava de um jeito, de outro, trocava de lado, descia da cama, subia, caminhava, voltava, até que, em torno das 5h da manhã ele conseguiu dormir. Acredito que vencido pelo cansaço.
Às 9h, eis que a Karenina liga para saber dele..."Ele está dorminnnn...acordou!".
Ele acordou! Tenho de correr para levá-lo passear, senão fará xixi ...."ciao, Ka!" e do outro lado da linha ela não entende o que foi aquele barulhão. O telefone havia caído no chão, debaixo da cama, ainda ligado. Tenta, tenta...consigo pegá-lo. Coloco na base e ... triiiimmm.. OH, não! O Guga fará xixi aqui.. atendo: "Kaaaaa, não ai dar agora!".
Como há escadas, temos de pegá-lo no colo para descê-las e subi-las, pois ele não pode fazer tal esforço. Ajudamos em tudo que conseguimos, porém, nem tudo é possível, como o subir e descer das camas, do sofá...
Ao descer, os vizinhos viram e contei-lhes o que acontecia. Obviamente, as pessoas ficaram tristes. Está aí um cachorro que nunca incomodou a vizinhança. Nunca ficou latindo à toa, no pátio, nunca fez arte no pátio ou rosnou para alguém.... As crianças adoram mexer no pelo dele. "Ele morde?" é a pergunta mais frequente. "Nãããooo! Ele é muito manso. Pode colocar a mão nele". Diz o pai de duas crianças: "Meus filhos ficarão muito tristes com esta notícia". Imagino!
Enfim, um passeio à luz do dia, com um belo sol. Foi um passeio bem gostoso. O Guga, sempre andando devagar, com exceção de quando ele percebe que estamos voltando para casa. Uma vez era o contrário, isto é, andava rápido para passear e lentamente para voltar para casa.
Flores no caminho. Quase um dia primaveril e o Guga cheirando árvores.
Parada básica para descansar e pensar se continua ou se volta.

Estamos voltando. Lá vai ele andando na frente, em passos mais rápidos.

"Tá, ok! Estou meio meio, mas não vou deixar de cheirar por aqui, afinal, preciso marcar meu terreno!"
Se a noite foi agitada, a manhã não foi nada tranquila.
Passei em função do Guga. Tentando preparar comidas para ele. Quinze anos alimentando um cachorro somente com ração, sabendo que era bem balanceada, etc...de repente ter de fazer comida e, exatamente num momento em que ele está mais necessitado não é das coisas as mais fáceis.
E o pior é que, coidas que ele ficava enlouquecido para que dessemos a ele, chuliando que algo caísse no chão, agora ele recusa.
Exemplos: peito de frango cozido n'água, ovo, mamão...
Começou comendo mamão, mas só um pouquinho.
"Hmmm... mamão!" Quem via jurava que ele iria comer um montão.
"Argh! mamão...". E não quis mais saber de mamão.
Bem, já que ele não quer comer, quem sabe esteja com dor, portanto é hora de dar a ele buscopan. Ele me vê pegando na caixinha do remédio e corre para o quarto do Sérgio. Fui atrás e me aproximo para dar a ele sozinha...."Aaaaiiiii!!". Mordeu meu dedo. Que dor! Droga! Foi tolice minha fazer isso. Se ele havia corrido para próximo do Sérgio, era porque ele queria se proteger e não me deixaria dar nada a ele. Bem...lá fomos nós: eu seguro e o Sérgio dá o remédio.
A prova do crime. (Tem um foto mais nítida, mas não precisa, né?)

Nozes, comeu um pedacinho, fez muxoxo no segundo... e não quis mais. Deixa no pote dele, como ele sempre gostava: mamão com nozes. Ficou lá, pois ele não quis mesmo.
Prato de mamão com nozes que foi ignorado pelo Guga.



Então fiquei na cozinha preparando algo para ele. Fiz arroz com guisado e batata picada.Aprendendo a cozinhar para cachorros. Bem feliz porque agora eu estaria fazendo algo que ele comeria.
Parece uma sopa, mas não é. É o arroz com guisado e batatas.
Bem...noutro post continuarei a história para saberem como foi essa aventura, vivida na quinta-feira, dia 08/08/2013.
Aguardem os próximos capítulos!
Carinho pouco é bobagem! 

sábado, 10 de agosto de 2013

07/08/2013 - Ao findar mais um dia... e o Guga passa a contar o seu dia a dia


Boa-noite, gente!

Vejam só...hoje, minha mãe resolveu fazer várias fotos minhas. Senti-me num estúdio fotográfico. Era flash para todo o lado. Até das comidas e otras cositas, mamãe fez foto. É que ela nunca havia comprado essas coisas especialmente para mim. Estou me sentindo muito especial. Uau! Fico tão feliz...
Ainda bem que eu estou me bem melhor. Comi nozes, batata cozida, peito de frango, mamão (adoro! e fazia tempo que eu não comia), escondidinha, mamãe me deu uma papinha de bebê - de cara até gostei, mas comi um pouco, até pq, ela me deu só uma prova. Além disso, pasmem...eu comi fígado pela primeira vez (mamãe disse que ela detesta e que nunca havia comprado). Genteeeeemmm, adorei fígado!
Ração? Nem pensar! (Acho que o povo aqui de casa não está gostando muito desta minha decisão, mas... ah! faço de conta que nem percebo ).
Acho que me perdi nos xixis aqui em casa, hoje de manhã, mas mamãe deve ter descoberto como funciona, agora, que estou tomando diurético e me levou para passear várias vezes de tarde. Dava umas caminhadas mais rapidinhas, mas cansava rápido, então eu começava a caminhar lentamente. Teve uma volta que eu me neguei a continuar, e o único jeito da mamãe entender foi empacar feito jegue.
Ah! Num desses passeios eu conheci a Doralisa. Ela conhece as duas pessoinhas que eu amo tanto: o Sergio e a Karenina, porque ouvi ela mandar um beijo para as "crianças" da mamãe.
Hoje eu fiquei vendo a minha mãe fazer minha comida. Fiquei de pé, depois deitei...mas adorei quando percebi que eu já consigo me espreguiçar novamente. Desde domingo que eu não me espreguiçava...bem que eu tentava, mas doía. Hoje consegui; além disso, consegui sentar feito "sapo".
Adorei qdo a mamãe deitou ao meu lado e eu adormeci olhando para ela. Gosto qdo eles ficam perto de mim, me dando carinho.
O Sérgio chegou e tb veio logo me ver. Viram como ele me ama? Eu aproveitei e tomei mais água. Ouvi ele comentar com a minha mãe que terei de descer de novo, daqui a pouco. É água que vem, água que vai...
A Karenina ligou tantas vezes, hoje, que até atrapalhou a minha mãe num momento... É que ela me ama! 

De noite, antes da mamãe deitar, ela resolveu me levar para passear, para eu fazer xixi e me deixou solto, enquanto fechava a porta. Aprontei uma para ela. Saí correndo e desci as escadas. Foi muito engraçado vê-la correndo e me chamando desesperada. Mas, como eu não sentia tanta dor, por causa do buscopan composto, que eu estou tomando, resolvi voltar a minha vida...mas depois senti dores. :-(
Agora estou dormindo (claro que não sou eu escrevendo, né...vcs todos sabem que quem escreve é a minha mãe, que me ama, ama, ama...é assim que ela fala comigo "teamoamoamo!". Eu mal escuto, mas eu sei o que ela diz, tá?!).
Bem, então.. eu estou dormindo, mas, de vez enquando, eu abro os olhos para ver se ela está aqui comigo e durmo de novo.
Acho que hoje terei uma noite melhor que a de ontem.
Durmam todos com seus anjinhos. Eu dormirei com o meu... 
As fotos do dia:
 Devido à dor que eu sinto, nem sempre eu posso sentar deste jeito...
 Aaaaaaah! Adoro me espichar! Semrpe que levando, eu gosto de fazer isso.Nesses dias eu não conseguia, porque sentia muita dor. Agora já estou conseguindo...claro que minha mãe tinha de documentar este feito! ;-)
Um close.
Vendo minha mãe guardar as compras de supermercado. A maioria das compras são para mim. E, para que eu não ficasse deitado no chão, ou de pé, ela arrumou estas cobertas no chão. :-)
Ora eu deito, ora eu sento, mas não saio de perto da minha mãe...quero ver ela fazendo as coisas dela. Ainda guardando as compras.
Me dando a papinha de bebê, na colher, para eu provar. É uma delícia, mas...tem muito sódio, portanto ela não irá mais comprar isso, senão a Drª Tatiane não irá gostar muito disso, não.
Eu me lambendo todo, por causa da papinha de bebê.
As compras que ela fez, só para mim. Eu adorei o fígado! Cenoura e batata não tem mais graça. E os tais tapetes, nunca usei...até agora.
Dando soninho...
Recebendo um carinho de minha mãe... a quem eu chamo também de meu anjo.

Dias 06 e 07/08/2013: o final de um dia e inicio de outro (Conversa do Guga)

Terça-feira, dia 06/08, à noite, por volta das 23h, postei isto no Facebook:
"Olhem como eu estou mais animadinho!
Minha mamãe fez como a Drª Tatiane falou, preparando-me um "creme" com peito de frango e cenoura e o Sergio me ofereceu naquela (Argh!) seringa. Sim, sim.. foi meio forçado, mas enqto eu engolia até q estava gostozinho.
Tb comi umas 4 nozes, tomei brodo; minha mãe me deu um pouco de gelatina (numa seringa tb. Argh! de novo), mas eu não gostei daquilo, não.
Ah! Tomei tb o levedo de cerveja. Disso eu gosto!
Bebi bastante água... só tenho de cuidar, pq fiz arte na cama de minha mãe. Mas acho que agora vai dar tudo certo, pois passeei na rua, fiz xixi, cocô (difícil este). Agora estou bem mais animadinho que durante o dia. Minha família está mais feliz e eu gosto disso.
Só que eu ainda tenho aquela de ficar engasgado, ...acho que é falta de ar.
Mas acho q vou melhorando um pouco se eu ficar mais fortinho.
Bem, agora boa-noite, pois vou dormir!
Minha mãe disse que eu sou o anjo dela, então vou zelar pelo sono dela...apesar de achar que isso está invertido.
Ah! Fico mais feliz ainda porque as pessoas que eu amo estão comigo: a Karenina e o Sérgio.
Boa-noite a todos! (Ah, tá.. eu já disse)".

 Essa postagem teve mais de 45 curtidas e mais de 36 comentários (http://migre.me/fHOpO). Agradeço a todos.

Na quarta-feira, dia 07/08, pela manhã, postei isto, mas aí... porque razão eu não sei, mas decidi escrever como se fosse o Guga falando: :-))


"Bom-dia, amigos da minha mamãe!
Que bom receber tantas palavras tão lindas de todos vcs. Eu e minha família ficamos muito felizes. Tem vindo umas dicas supimpas. A da cebola que a Lú falou...ufa! ainda bem que tu falaste, pq minha mãe estava pensando (eu leio os pensamentos dela) em colocar na próxima canja. E aquela dica da Maira... tu nem imaginas como será útil. Fiquei 15 anos sem fazer xixi na casa, mas esta madrugada e hoje de manhã... não deu tempo. Que bom pra mim, mas para ela... mas ela nem fica braba comigo.
Essa noite, eu consegui dormir bem melhor, sabias Drª Tatiane? Meu sono foi mais tranquilo. Acordei e comi um pouco de peito de frango, tomei meu remédio...(para isso dou o maior baile no Sergio e na minha mãe), comi a levedura de cerveja e tomei bastante água. Ainda não estou conseguindo comer a ração.
Fiquei caminhando pela casa, fiquei de pé mais tempo q ontem.
Sabem como eu acordei? Com o barulho do trovão. Estou com minha audição bem prejudicada, mas escutei o trovão. Q susto! Ainda bem q minha mãe me abraçou na hora e eu me senti bem protegido. Esta chuva vai atrapalhar o meu passeio.
Agora, gente, vou ficar aqui deitadinho e tentar dormir mais um pouco...enqto eu não durmo, fico olhando para a pessoa q eu adotei para ser a minha mãe. O q atrapalha meu sono, são os "engasgos"...parece que são provocados pela falta de ar.
Minha foto... sempre o mesmo jeito. Uma hora dessas, minha mãe vai ser mais original.
A todos um dia muito especial!
Karenina, eu tb te amo! (ela me falou sim...)
".

 Link dessa postagem: http://migre.me/fHOt3.

Mais fotos clicadas no dia 07/08:
 O jeito que eu mais gosta de ficar: apoiado num travesseiro, olhando para a minha mãe. Como ainda aparece a mancha em meu nariz!


 Estava frio, então eu fica debaixo de minhas cobertas. Ganhei esta verde e a mantinha de vaquinha.:-)
 Gosto de ficar sentado assim. Uma das posições mais comum.
 Olhem como ficou minha perninha, onde foi aplicado o soro. Pareço aqueles Poodles típicos.
 Esta é a minha mãezinha. Ela deita ao meu lado e a gente fica se olhando. Ela fica falando palavras que eu gosto de ouvir, mesmo já não escutando direito - eu ainda lembro do que ela dizia, quando me falava. Se ela fica bem quietinha, sem se mexer, eu adormeço...é bom dormir com esta imagem na minha frente. Ela sabe que eu a amo, pois eu a olho dizendo isso (eu não falo, mas um olhar pode dizer tanta coisa...).

 

06/08/2013: Situação do Guga, no dia seguinte...

Postado no Facebook, por volta das 16h (menciono que foi postado no FB, pois foi lá que iniciou esta homenagem):

"SITUAÇÃO DO GUGA:
Ontem, à noite, qdo chegou do hospital, comeu frango com ovo. Com certeza adorou, pq comeu bastante. Coloquei junto cenoura crua em pedacinho, que ele adora, mas separava toda, enqto comia. Quer dizer... tolo ele não é. Sabe escolher o q lhe apraz mais.
À noite descemos com ele - pela primeira vez (penso eu), nós três (Sergio, Karenina e eu) passeamos com ele. Fez o que precisava (xixi, cocô), mas não quis caminhar muito.
À noite mal dormiu. Sentia-se incomodado, mudava de lugar a toda hora, resmungava, pois doía para ele deitar de novo, tinha a respiração ofegante, pesada, com barulho (eu praticamente não dormi). Inclusive, num determinado momento ele gemeu de uma forma q me assustei; chamei o Sérgio... enfim.
Hoje, de manhã, levei-o para a rua, fez muito xixi, mas quase nada de cocô. Voltamos e precisei sair. Diz o Sérgio que, num determinado momento, ele ganiu muito alto e ficou espichando o pescoço... algo deve ter doído muito. Depois disso, parece que ele se entregou. Só bebeu água. Não come nem frango, tampouco ovo, coisas q ele adora... tem dormido, mesmo que seja no tal de acorda, dorme...mas sem se mexer.
Há pouco, liguei para a Veterinária q indicou buscopan composto gotas. Levei-o para passear, caminhou pouco, só fez xixi e agora dorme-acorda-dorme (porque sente dificuldade para respirar) ...mas o dormir deve ser o efeito do buscopan.
Só que a toda hora levo sustos. Qdo ele dorme sem ficar ofegante.... Cristo, que susto!
Mais tarde vou bater uma papinha para ele e dar com uma seringa. Ele precisa se fortalecer.
É incrível a mudança dele de sábado (antes do ocorrido) para hoje. É outro Guga.
Que triste vê-lo assim, gente.
Foto clicada agorinha.
".

Tenho muito a agradecer a todos que deixaram vários comentários (vide link: http://migre.me/fHNF1). Todos foram muito reconfortantes e úteis.
Uma das características de que há um problema no coração, é uma certa tosse, que se assemelha a "engasgos". Isso ocorria quando ele estava deitado. Sempre interpretamos isso com engasgos mesmo, o que, de fato, é uma dificuldade para respirar.
No caso do Guga, a dor abdominal que ele sentia, que achávamos ser dores nas costas, devido à velhice, era provocada muito mais pelo tumor que ele tem no baço. As costas encurvadas, devido ao tempo.

Meu filho Sérgio ficou com ele ao final da tarde, quando precisei me ausentar e postou esta foto em seu Facebook, com esta descrição:
"Lendo um pouco e fazendo companhia pro Gugao!"Amamos este serzinho, chamado Guga!!

05/08/2013: O Guga volta para casa. Que alegria a nossa!

Ao chegarmos em casa, naquele fatídico domingo, dia 04 de agosto, foi um silêncio, um vazio sem fim.
Choramos muito, o Sérgio e eu.
À noite a Karenina estve aqui (com a Carol). Não foi diferente.
Tentávamos, um dar apoio ao outro e rezamos e torcemos e pedimos muitos aos Deuses, a quem, cada um acredita... q trouxesse o Guga de volta para casa, para que ele fosse feliz conosco, por mais tempo.
A segunda foi difícil. Num telefonema dado pela Drª Tantiane, ela nos disse que o Guga poderia voltar, pois já poderia receber alta.
Fomos atendidos, nesse dia, pela, também muito atenciosa, Drª Carine Stefanello, que confirmou que o Guga estava em uma situação crítica, que, à medida do possível, poderia ter vida "normal". Só deveríamos evitar que se estressasse, que tivesse emoções fortes, longas caminhadas, subir e descer escadas, ...
A ração, preferencialmente, ser uma para cardíacos - sim, o Guga é um cachorro cardíaco - ou fazer comidas, seguindo certas orientações, tomar remédios pelo resto da vida dele, ... orientações que ela passou a mim e ao Sérgio, que foi comigo para ajudar a trazer o Gugone de volta para casa.
Que, carinhosamente, nos entregou o Guga foi a Drª Carine. Viva!
Ele cheirava tudo, queria ir cá, lá, acolá...até o Sérgio sair com ele para fazer xixi, mas, imediatamente, voltou. Colo, chão, colo, caminhar, voltar, colo, chão.. em casa. :-)
Nessa noite, postei isso no facebook:

"O q eu posso dizer? Agradecer ...agradecer...agradecer...o Guga voltou para casa. Estah bem cansadinho. Meu veio querido!"

Tê-lo em casa, poder abraçá-lo novamente, poder perceber que ele ainda respirava, seu coração valente ainda batia... coisas bem simples, mas que representavam ter o nosso amigo de volta, não tem preço!
Ao chegar, logo, ele foi visitar os cômodos da casa.
O nariz dele tem esta mancha, pois foi colado o aparelho para receber oxigênio, a única forma para ele não tirar isso. Estava com a perna raspada, onde recebeu o soro.
Meus filhos e eu brindamos à vida dele. Cada instante de vida, a partir de agora, tem de ser brindado.
Ele estava vivo, mas estava abatido. Esta não foi a noite mais tranquila, mas ele se mostrava grato por estar em casa, em gestos, que só nós reconhecemos.

Por volta das 20h30min, postei isto, em meu facebook:
"Situação do Guga:
Fez a ecocardigrama e eco abdominal.
Têm alterações normais da idade dele nos rins e no fígado, mas isso não atrapalha a vida dele, apesar de já ser indícios de velhice.
O coração dele acusou problema em uma das válvulas , além do tamanho aumentado.
Mas isso tudo, ainda não é o maior problema.
Problema um: tem um tumor de 2cm no baço, que provavelmente é maligno.
Problema dois e o maior: tem um tumor na base do coração e esse não tem o q fazer, pois...não dá para tirar um pedaço do coração.
Isso pode fazer com q ele tenha morte súbita a qquer hora, ou pode ter novamente síncopes como teve ontem (desmaios).
A partir de agora ele tomará, pelo resto da vida, q esperamos seja loooonga, dois remédios: diurético e um vaso dilatador para que possa ter um pouco mais de qualidade de vida, mas o tumor.. esse, aliás, os dois, tem de ser acompanhados a cada 15 dias... até para saber como ele se desenvolve.
Hoje ele veio para casa, enfim. Sexta a veterinária quer vê-lo novamente.
A partir de agora ele não poderá fazer esforço, nem se estressar, nem ficar agitado... Quero ver a gente se virar nos 30 com tudo isso.
É isso!
Em breve... bem, isso será em breve. Por ora, que ele viva feliz e se sentindo amado como sempre foi
".
Não foram as melhores notícias que postei, mas...era isso o que devia (penso eu) ser dito.
As pessoas foram muito solidárias e isso nos ajuda muito.
Recebi dicas de comidas, do que fazer, o que comprar, tudo para facilitar a vida dele e a nossa.

A Karenina postou esta foto, em seu Facebook, com esta descrição:
"Eu só posso agradecer por o meu Gugão estar agora deitado comigo!
15 anos de muito amor...
".

Antes de dormir, postei esta foto e esta descrição:
"Boa-noite! Vou cedo...hoje tenho de fazer companhia para alguem muito especial em minha vida: o Guga. Durmam com seus anjos, q eu dormirei com o meu!".
  O olhar dele diz tudo...


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

04/08/2013: Uma homenagem ao Guga, o nosso cachorro que, disseram, irá, em breve!

No dia 04 de agosto, domingo, por volta das 17h, eu postei isso no Facebook:

"O Guga baixou na emergência há pouco, passando muito mal. Teve uma provável síncope cardíaca. Aconteceu de repente...ele gritou de dor e foi ficando tonto, cambaleante... Agora, estamos aqui torcendo muito muito muito por ele. FORÇA, GUGA!!!".
 Às 20h, eu postei isto:
" O Guga ficará internado hoje à noite. Amanhã fará exames de tórax, inclusive para ver como está, de fato, o coração dele, que deve ser a mais provável causa de tudo isso.
Os exames de sangue não acusaram nada demais.
Tiraram ele do oxigênio, mas continua no soro. Está se levantando devagar, tenta caminhar... espero evolua bem em tudo".

Às 23h23min, eu postei isto:
"Hoje à noite ele está mais espertinho... comeu peito de frango, q ele adora... Agora é esperar os exames de amanhã... meu véio deve ter um probleminha no coração... teremos de ter cuidados extra, agora".
Liguei várias vezes para a PET Mundo Animal, onde ele estava internado. Falo isso, pois quero salientar a grande atenção e gentileza que todos tiveram para comigo e no atendimento ao Guga. OK! Eu estava pagando, mas sei diferenciar um bom serviço, feito com amor de um serviço feito por obrigação.
 Para saber mais:
O Guga é o nosso cachorro. Um Poodle, que já têm 15 anos. É um geminiano. Nasceu no dia 16 de junho de 1998.
 (Assim que eu scannear, posto aqui uma foto dele bem pequenino)
A Karenina, minha filha, ganhou-o de uma ex-aluna minha, contendo todas as instruções sobre como cuidar de um cachorro, sobre cuidar do "Crispin", o nome dado pela antiga "dona".
Nós fizemos uma votação e mudamos para Guga.
 Ele chegou aqui com 30 dias, apenas. Tadinho! Tremia muito - até hoje treme muito, quando ele está com dor, com medo ou quando vai para a PET tomar banho.
Desde que ele chegou, muita coisa foi ficando melhor aqui em casa. A descoberta e o aflorar de sentimentos, a atenção recebida, o carinho constante, o companheirismo para tudo,as brincadeiras intermináveis, as sapequices, as corridas, as maluquices e esquesitices... fomos e somo uma família feliz, principalmente, no que tange ao Guga.
Chegar em casa, sempre foi motivo de festa. Sempre havia alguém - o Guga - a nos receber com MUITA festa, com muita alegria. E ele tinha de ser o primeiro a ser cumprimentado, até porque ele ficava na porta a nos esperar.
Ele sabia o horário que meus filhos chegariam do colégio. Uns 15min antes de chegarem, já se postava em frente à porta a esperá-los. O mesmo fazia para mim.
Até os 4 meses, ele ficou dentro de casa, sem colocar os pés, aliás, as patinhas na rua, pois queríamos garantir que nada lhe aconteceria; precisava ter as vacinas inicias antes de sair à rua.
E assim foi.
A partir da primeira vez que ele saiu e fez xixi e cocô na rua, nunca mais ele fez isso dentro de casa. Era capaz de ficar horas sem fazer. A gente dizia q ele hibernava, pois ficava dormindo, sem comer nada (acho que bebia água, mas não tenho certeza) até chegarmos. Inicialmente, somente o Sérgio (meu filho) e a Karenina passeavam com ele.
Durante um bom tempo ele foi meu companheiro de caminhada...e caminhávamos bastante. Pelo menos uns 6 a 7 quilômetros duas a três vezes por semana. Isso dos 6 aos 9 ou 10 anos. Não me recordo.
Aaaah! Ele foi muito muito arteiro.
Nunca foi de comer sofá ou de destruir móveis da casa, mas chinelos, sapatos e uma bolsa minha, sem contar as calças das "crianças". Também roeu um lençol, umas colchinhas...

Quando chegamos em casa, até antes do ocorrido no domingo, dia 04, ele corria a procurar um bolinha, um chinelo, ou, preferencialmente, uma meia e vinha ao nosso encontro, mas não largava; queria que brincássemos com ele, correndo atrás para tentar tirar o objeto da boca dele.
Ele foi o maior guardião das minhas coisas. Se eu deixasse uma bolsa ou uma roupa sobre a minha cama, por exemplo, ele deitava sobre ela e não deixava ninguém se aproximar. Ficava rosnando feito fera.
Há uns anos (poucos), ele passou a abocanhar a minha roupa e ficar arrastando pela casa, para garantir que ninguém a pegaria. Tsc... pobres roupas! Por sorte só deixava roupas que ele podia fazer isso.
Um blusão velho é o que eu mais deixo, propositalmente, sobre a cama.
Atualmente, tenho evitado, pois ele fica muito possesso, se tem algo próximo a ele. Grrrr... e fica tremendo, com medo que alguém tire o que ele tem (de meu, é claro). Pode ser uma roupa ou uma bolsa...
Ah! Falando em bolsa.. lembrei de outra: ele sabia que a bolsa era sinal de "mamãe vai sair", então ele ficava segurando-a. E isso era motivo de muitas brincadeiras que fazíamos com ele, enganado-o e roubando o que ele tentava proteger.

Quinze anos de vida em comum é motivo para muitas e muitas histórias. Fantásticas histórias.

Bem, mas porque decidi escrever esta história?
Escrevi este post e outros, postando diariamente, na medida do possível, o que vem acontecendo com ele, não porque pretendo informar algo importante para os outros, mas porque ele foi um serzinho muito muito muito importante na vida da Karenina, do Sérgio e minha.

Domingo, ao deixá-lo na PET internado, ouvimos a veterinária, Drª Tatiane Linden, nos dizer claramente: "Fiquem preparados, pois há risco de óbito". Isso doeu demais. Ele estava correndo, brincando, faceiro (claro que bem menos que anos anteriores), no dia anterior. No sábado, ele e eu corremos no pátio, junto com outra cadela, que também mora no nosso prédio e, no dia seguinte, ouvir que ele pode não voltar...
Esta é uma homenagem ao Guga, ao nosso cachorro, que sabe que é muito amado e que faz parte desta família e sempre fará.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Amarello Amor - O que existe além do que já foi dito sobre o amor?





Amarello Amor
O que existe além do que já foi dito sobre o amor?
Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter.
Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer.
Amei e fui muito bem amada.
Mas foi um amor, um único amor, que veio cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história.
Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido.
Percebemos que amor igual não há e que aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Aliás não e nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor e quem sabe, ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo profundo e transformador que o amor.
Só amor transcende e purifica, enlouquece e cura, invade, permanece, liberta e aprisiona.
Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos.
Permitam que ele chegue e se instale.
Pois o resto são bobagens, meninos, bobagens!



Amarello Amor from AMARELLO on Vimeo.
Direção: João Simi
Atriz: Carolina Ferraz
Texto e Locução: Carolina Ferraz
Roteiro: João Simi e Tomas Biagi Carvalho
Montagem: Beto Araújo
Direção de Fotografia: Rafael Levy
Assistente de Fotografia: Bruno Vieira
Trilha Sonora Original: Sonido
Produção: Marina Ferriani
Direção de Arte: Tomas Biagi Carvalho
Styling: Helena Sicupira
Revelação e Telecine: Casablanca
Colorista: Samantha
Pós Produção: Dínamo Filmes
Produção Dínamo: Carol Pessini
Coordenação de Finalização: Tutu Mesquita e Lívia Piassa
Agradecimentos: Alex Amati / Silvia Jabali / Carolina Krieger / La Perla / Juliana Benfatti

Fonte: http://vimeo.com/45718018

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

DIALOGO SEM FINAL (Por Julio Conte)

Ler o que escreve Julio Conte, é sempre um incomensurável prazer.
Mesmo quando o texto não é tão alegre assim... ou quando, nem sequer tem fim.
É q o texto dele, a forma como coloca as palavras... é mágica... ele tem a fórmula mágica da construção de textos através de palavras beeeem encaixadas. O texto fica de uma singeleza ímpar.
Vejam por vocês mesmos, então!


‑ Quanto tempo eu levaria para deixar de te amar?
‑ O quê?
‑ Quanto tempo?
‑ Prá quê?
‑ Prá deixar de te amar...
‑ Nunca deixaria. Nunca conheci um homem como você.
‑ E eu nunca conheci uma mulher como você...
‑ Nunca.
‑ Nunca o quê?
‑ Nunca deixaria de te amar.
‑ Mesmo se casassemos como todo mundo.
‑ Como assim? Você pensa em ser atropelado pelo preço do leite?
‑ Eu penso em ser amassado, tragado, absorvido pelo comum.
- Pelo insuportável... 
- O que mais?
‑ Pelo mau humor, TPM, pelo mau hálito. 
- Você nem ao menos sabe se meus peidos fedem.
‑ Nem seu eu ronco de noite. 
- Ou se tenho insônia.
‑ Nada disso importa, temos algumas horas...
‑ É o suficiente para suportar uma vida de futilidade...
- Duas horas contigo...
- Eternas...
- ...
- ...
‑ Tenho que ir...
‑ A gente se vê...
‑ ...
‑ ...
‑ ...

Fonte: http://bit.ly/NuqPFA

domingo, 1 de maio de 2011

Sobre o amor... Às vezes é preciso recolher-se


"O amor nos tira o sono, nos tira do sério, tira o tapete debaixo dos nossos pés, faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas aparentemente superados, mas também com insuspeitada audácia e generosidade. E como habitualmente tem um fim - que é dor - complica a vida. Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância.

Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito. Somos um território mais difícil de invadir, porque levantamos muros, inseguros de nossas forças disfarçamos a fragilidade com altas torres e ares imponentes.

A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura.

Às vezes é preciso recolher-se".

Lya Luft

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Quero (Carlos Drummond de Andrade) - Uma ode ao amor

O lindo e eterno poema Quero é de Carlos Drummond de Andrade.
Uma ode ao amor.

Aqui recitados pelo inesquecível Paulo Autran.
Ouçam, leiam... e deliciem-se!



Quero
Carlos Drummond de Andrade

Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas: Eu te amo.

Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte,
como sabê-lo?

Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
pois ao não dizer: Eu te amo,
desmentes
apagas
teu amor por mim.

Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,
a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e na sua emissão,
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.
No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amastes antes.

Se não me disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

EU QUERO É TEU CALOR ANIMAL

















Mas onde já se ouviu falar num amor a distância,
Num teleamor ?!
Num amor de longe…
Eu sonho é um amor pertinho…
E depois
Esse calor humano é uma coisa que todos - até os executivos têm
É algo que acaba se perdendo no ar
No vento
No frio que agora faz…
Escuta!
O que eu quero
O que eu amo
O que eu desejo em ti
É teu calor animal…

Mário Quintana, meu poetinha inesquecível 
Foto clicada no caminho para Alegrete em 26/05/2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Partirei

















Foto clicada na casa de meus pais em Santa Tereza
Partirei


Juntarei os pedaços
De meus sonhos
Às particulas que restaram
De minhas ilusões.
Perder-me-ei
Nesse universo infinito
Sem dar ouvidos
Às batidas do meu coração!

Transformarei as lembranças
Em saudade...
Maus pensamentos
Colocarei de lado...
Levarei minha bagagem
Repleta de coragem

Para seguir o destino
Que me for traçado!

Transportar-me-ei
A um mundo iluminado
Onde não more a violência
Nem a traição lidere...
Onde a luz do amor
Nos corações impere...
Onde brotem fontes
De felicidade!
Antonia Nery Vanti

Uma homenagem...
Por uma história de amor...

sábado, 4 de setembro de 2010

Por favor, não me analise! Queira-me apenas...

















AMOR É SÍNTESE

Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma análise profunda,
Quanto mais eu...

Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor.

Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.


Mário Quintana
Amo Quintana em verso e prosa!

Foto: Clicada por @kareninafb, no terraço do ex-Café Magestic - Casa de Cultura Mário Quintana

sexta-feira, 18 de junho de 2010

É urgente! Eu necessito falar,,,

Necessito muito..
Vivo em busca de ...
Tudo parece se transformar em necessidade.
Se não externar, se não aprender, se... se...

Se o q eu sei eu nao externar, atrofia, apodrece.

Eu preciso falar sobre:
- Cachorros q envelhecem. Pessoas q envelhecem
- Uma conversa que eu tive com Saramago
- O que aprendi com o Twitter
- Como vejo as pessoas no Twitter
- O que aprendi com o desafio PhotoDay
- Sobre as fotos, meus instantâneos de vida, que tenho feito no meu dia-a-dia
- Preciso falar de amor, sobre o amor...
- Ah! E eu não posso esquecer de falar dos plátanos...
E falar ...
E falar...

Ufa! Conseguirei?

Plátanos: foto feita em Montevidéu, em Abril/2010