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sábado, 2 de agosto de 2014

Matrículas em cursos a distância crescem 50% em um ano #EAD

Já são quase seis milhões de estudantes matriculados nesse tipo de curso. Flexibilidade de horário e preço mais em conta são atrativos.

 A Sala de Emprego, de segunda-feira (28/07/2014) fala sobre o crescimento do ensino a distância no Brasil. Em um ano houve um aumento de mais de 50% nas matrículas desse tipo de curso. Segundo dados do Censo de 2012, são quase seis milhões de estudantes matriculados em algum curso de educação à distância.
Airton Lambert tem 53 anos e é formado em direito. Quando assumiu o departamento de inglês em uma escola, ele sentiu falta de uma formação mais específica e voltou para a faculdade para fazer pedagogia à distância.
Carlos Longo, diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância, participou de uma conversa no site do JH e respondeu dúvidas sobre o tema. Veja no vídeo ao lado a íntegra do bate-papo.
saiba mais
Os vídeos das aulas do Airton são gravados em um estúdio da universidade. Ele também tem acesso às apostilas, pode conversar por email, na sala de bate-papo ou pelo telefone. “As dúvidas podem aparecer em um momento que o professor não está online, mas ele é totalmente acessível e esse canal está aberto. No momento da prova presencial, é o único momento em que o aluno tem que se deslocar e ir até o pólo de inscrição”, explica Daniela Bartolo, coordenadora do curso.

De acordo com uma pesquisa sobre educação à distância, que ouviu mais de duas mil pessoas em 143 municípios, 79% aprovaram o ensino como solução para levar educação a mais pessoas. Seis por cento fizeram um curso à distância e desses, 17% já tinham uma faculdade.
A flexibilidade de horário e o preço mais em conta foram os principais motivos para a escolha do curso. Foi justamente o conforto que atraiu Airton. Estudando em casa, ele não precisa enfrentar o trânsito de São Paulo. É o primeiro ano de faculdade, mas ele já vê resultados: “O conhecimento que eu adquiri nessas aulas me ajudou bastante. Eu consegui falar sobre alunos que têm transtorno global de desenvolvimento, como realmente entender a dificuldade desses alunos em um curso regular, então está sendo importante para mim”.
Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Ensino à Distância mostra que os cursos mais procurados são os de pós-graduação (53%), seguido dos de nível médio profissionalizante (32%) e os de graduação (26%).
As áreas mais buscadas são ciências sociais e educação. As mulheres são maioria nos cursos à distância (51%), metade dos estudantes tem entre 18 e 30 anos e 85% dizem conciliar o estudo com o trabalho.


(Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/07/matriculas-em-cursos-distancia-crescem-50-em-um-ano.html)

terça-feira, 11 de junho de 2013

Redes sociais e Educação: Manuel Castells dá sua opinião

Enviei uma pergunta ao Fronteiras Do Pensamento, para que fosse respondida pelo sociólogo espanhol, Manuel Castells.
Eis a pergunta e a resposta!

Pergunta:  É possível mudar o ensino como um todo e as instituições se tornarem "redes sociais de ensino e aprendizagem"? Afinal, todos esses jovens estão presentes nas redes sociais. Que estratégias acontecem nessas redes, que poderiam ser adotadas pelas instituições de ensino? Autora: Rute Vera Maria Favero

Manuel Castells (foto: Greg Salibian/Fronteiras do Pensamento)
Manuel Castells: As redes sociais não são algo à parte na vida dos jovens. Os jovens vivem nas redes sociais, nas redes familiares, nas redes pessoais. Quando minha geração desaparecer, todo mundo viverá nas redes sociais. Ou seja, no fundo, as novas formas de existência, que incluem... Eu sempre comparo a internet com a eletricidade. Na história, houve momentos em que apenas algumas pessoas tinham eletricidade. Mas, a eletricidade é fundamental para a sociedade industrial. Na nossa sociedade, a internet é a forma de comunicar, de existir, de fazer qualquer coisa.
Portanto, a questão é: os jovens, nas redes sociais, qual é a característica especial das redes sociais que favorece ou dificulta a expressão dos jovens? Eu diria que há uma conexão entre a cultura da autonomia, que é a cultura fundamental da sociedade atual e, principalmente, dos jovens, em relação às instituições e aos poderes da sociedade. A prática das redes sociais na internet que materializam essa cultura da autonomia. É o próprio meio dos jovens e, portanto, é também o meio de aprendizagem.
Um dos grandes problemas da educação é que há uma contradição entre a pedagogia e a organização do ensino – estabelecido historicamente através das formas verticais e burocráticas –, entre a cultura da autonomia, a capacidade de cultura digital do jovens... É totalmente contraditório. Mostraram os estudos feitos em diversos países: a razão do abandono escolar, da evasão escolar na escola secundária é porque os jovens se aborrecem na sala de aula. A sala de aula continua sendo feita em formas de comunicação que não são as dos jovens, que não são as desta sociedade. E isso não é um problema dos professores, é um problema do tipo de organização – vertical, tradicional.
Diria que o desenvolvimento da prática social dos jovens nas redes está reforçando sua autonomia e sua capacidade de redefinição cultural. No fundo, está levando ao  empoderamento dos jovens. Me parece irônico que, no país de Paulo Freire, se tenha esquecido a pedagogia da liberdade, a pedagogia do oprimido, que é a pedagogia básica.
Meu último comentário, aproveitando para passar uma informação para vocês... Vocês sabem que há estudos sérios do British Computer Society, que mostra uma correlação entre a internet e a felicidade. Arrá! Surpresa! Todos os meios de comunicação dizem que a internet é péssima, que é a fonte de todos os males... Não, há uma correlação entre o uso da internet e índices psicológicos de felicidade. Por quê? A correlação não quer dizer nada, mas o porquê é importante: a internet aumenta duas áreas fundamentais, a sociabilidade e o empoderamento. E quais são as duas variáveis mais importantes na determinação da felicidade das pessoas? A sociabilidade e o empoderamento.

Fonte: http://www.fronteiras.com/canalfronteiras/noticias/?16%2C63

A pergunta original está na página do facebook, neste link:
http://migre.me/eYwn1

domingo, 9 de setembro de 2012

O povo precisa de "cama, mesa e banho"


O que me entristece é ver que ainda tem gente que se locupleta e engana um povo que necessita, não só de comida e melhor moradia, mas também educação. Mais cultura para o povo é mais fazer.
Quando um povo recebe mais educação e se acultura, saberá ser critico o suficiente para, também , fazer boas escolhas.
Tenho me indignado. O problema são as pessoas (governos) que querem manter o povo a sonhar com o mundo da fantasia e num "país das maravilhas".  Assim, esse povo, com tudo concordará, nada criticará, pois, no imediatismo e na fantasia em que são mantidos, acreditarão e não abrirão os olhos.
Eu quero acreditar e tenho a esperança (essa, que jamais me abandona) de que chegará o momento em que as pessoas serão mais solidárias com os seus.
Fico a me perguntar se oferecer sorrisos e simpatia é o suficiente para bem governar... O povo precisa de cama, mesa e banho.
O povo precisa de "cama, mesa e banho"... educação, emprego, transporte, condições mínimas para se sentir gente e educar seus filhos para o futuro
O povo precisa de "cama, mesa e banho"... não de palavras vãs, promessas impossíveis, sonhos roubados. #Educacao acima de tudo! Verdade também !

(Tweets que fiz hoje, dia 9 de setembro/2012,)



domingo, 2 de setembro de 2012

O discurso de André Machado: emociona e "incomoda" - Honra ao Mérito

Sei que muitos perguntarão o porquê de eu ter postado o discurso do jornalista da Rádio Gaúcha, André Machado, que foi mediador durante o 2º TwitterMix, em Bento Gonçalves, em 2011. Ao lerem seu discurso, tenho certeza que entenderão. Os que, realmente, me conhecem, entenderão.  Grifei (em negrito) algumas partes do discurso, apenas para chamar a atenção do que mais mexeu comigo, na fala de meu caro amigo (tomo a liberdade de considerá-lo assim) André Machado.
Uma boa leitura! 

Momento de entrega do Diploma de Honra ao Mérito, concedido pela Câmara por unanimidade, para André Machado
Foto de Leonardo Oliveira Contursi

"Uma das premissas para se trabalhar com o jornalismo é ter compromisso com a verdade.
Preciso dizer que desejei muito estar nesta tribuna. Muitos dos senhores precisaram fazer cinco, seis, dez mil votos para aqui estarem. Sou um afortunado por garantir este direito com apenas 36, o de cada um dos representantes dos cidadãos desta cidade a partir de uma proposição do vereador João Bosco Vaz. Muito obrigado vereador, muito obrigado vereadores.
Fico feliz que esta proposição tenha partido do Bosco e que ela tenha a sua votação em plenário solicitada pela vereadora Sofia Cavedon. Hoje é um dia especial para nós que somos funcionários da RBS pela bandeira que levantamos em defesa da educação. A Educação precisa de respostas. Nossos veículos vão fazer as perguntas para que a sociedade responda. E a minha alegria é justamente pelo trabalho que o Bosco e a Sofia fazem pelo esporte e pela educação.
Não há tema que tenha pautado mais o meu voto como cidadão, desde 1985, quando votei pela primeira vez, do que a educação. Cheguei a sonhar com um país tomado de CIEPs exatamente da maneira que sonharam Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, mas o caminho escolhido pelos brasileiros foi outro. As urnas, num momento, preferiram o Enéas ao Brizola. O resultado é que ainda hoje, quase 30 anos depois de Brizola ter sido eleito governador do Rio e implantado o primeiro CIEP, a luta pela educação integral, pela vaga em creche, pela educação infantil ainda é a pauta de todas as campanhas políticas.
Este compromisso e esta luta pela educação é porque foi ela única e exclusivamente que me permitiu ser quem eu sou. Como profissional e como pessoa.
Falar em educação, me remete ao tempo em que eu sentia orgulho de ir com meus pais até a loja Cinelândia, na Cristóvão Colombo, para comprar meu uniforme para o Grupo Escolar Luciana de Abreu. Uma escola pública. Onde aprendi história e português. Mas mais do que isso. Aprendi cidadania, mas não pelas aulas de OSPB ou de Moral e Cívica.
Eu estava na sétima série, em 1979, quando a minha bem comportada turma foi convocada para representar a escola nas comemorações do dia 31 de março. Como em todo bom feriadão, compareceu, no Monumento do Expedicionário, uma meia dúzia de gatos pingados e a escola levou uma bronca da Secretaria da Educação. A temida coordenadora da disciplina, Dona Neide, chegou à sala de aula e passou a cobrar de um por um o motivo da ausência. Enquanto todos alegavam que tinham ido visitar avós, viajado com os pais eu fui um pouco mais enfático. NÃO VOU BATER PALMAS PARA UMA DITADURA QUE CASSOU O MEU PAI. Eu tinha 12 anos.
Mantive a espinha ereta e, claro, fui parar na coordenação. Mas tive neste dia uma demonstração de luta. Fui defendido por uma professora de SOE que estava na sala de aula. A professora Vera Diehl me ensinou que, melhor do que ficar de bem com quem manda, é ficar de bem com a sua consciência. Ela sabia que eu tinha razão.
E é assim que busco agir até hoje. E às vezes compro algumas paradas impopulares. Como defender que o salário dos vereadores de Porto Alegre e dos secretários municipais é baixo.
Ter sido criança durante o regime militar despertou em mim um desejo muito grande de democracia e creio que, 30 anos depois, ainda estejamos aprendendo a viver com ela.
Se tenho um papel como comunicador é o de justamente lembrar às pessoas a cada dia o valor que tem a nossa autonomia de escolha. O quanto é importante preservar o que foi conquistado. E como é importante valorizar os integrantes das casas políticas. Os senhores e as senhoras.
Reconhecer a importância do papel que exerce um homem ou uma mulher que se dispõem sacrificar a sua vida para ingressar na carreira publica não é isentá-los de cobrança, mas dignificar uma trajetória que, ao contrario do que muitos pensam, é muito mais de doação do que ganhos. Tive a oportunidade de sentir isso dentro da minha casa. E meu irmão mais novo, o que mais sentiu a perda do meu pai para a política.
Um dos grandes males da política do nosso país é que o desmonte que a educação teve ao longo de décadas rompeu com qualquer possibilidade de análise crítica acerca do trabalho dos parlamentares. E assim, muito espaço na política foi ocupado por pessoas que nela ingressam não para defender o interesse coletivo, mas para colher frutos para si. E fizeram a fama de todos.
Romper com este processo, denunciar quem não dignifica sua atividade como político é também um papel da imprensa. Mas não só dela. É de cada cidadão. As representações políticas e os meios de comunicação possuem a cara que a população os permite.
Fico feliz por estar na Câmara Municipal de Porto Alegre por ter sido essa casa pioneira em muitos passos que caminham no sentido da moralização da política. Fim dos jetons, dos ganhos por convocações extraordinárias e o fim do 14º salário, decisão tomada nesta legislatura.
Sou fã da tribuna popular.
Quando comecei a trabalhar na reportagem da Radio Gaúcha – e o fiz pelo breve tempo de um ano – passei a incluir na minha pauta visitas à Câmara Municipal. Vereador Isaac Ainhorn, Maria do Rosário, João Dib. Uma casa que me orgulhava ver trabalhar. E divulgar. Quando passei a apresentar um programa na Rádio CBN ouvi todos os vereadores de Porto Alegre. E em uma entrevista aberta para que cada um falasse sobre o foco do seu trabalho.
Na atual legislatura tive a oportunidade de acompanhar aqui neste plenário, votações importantes como a do Pontal do Estaleiro e do IMESF, trazendo meus programas para cá. São momentos assim que fazem a história do parlamento.
Por duas vezes participei de missões internacionais onde estavam também presidentes desta casa. Na China, com o vereador Nelcir Tessaro acompanhando o prefeito José Fortunati na Expo 2010. E em Portugal, com a vereadora Sofia Cavedon no voo inaugural Porto Alegre-Lisboa. São dois episódios que, para sempre, marcarão a história de Porto Alegre. Eu estava lá. E a Câmara Municipal também.
Tenho certeza que nós jornalistas e os políticos compartilhamos muitas coisas na vida. Nós podemos fazer a diferença no cotidiano das pessoas. Nós podemos mudar o destino de uma cidade. Nós podemos contribuir por uma sociedade mais feliz, mais fraterna, menos desigual.
E não pensem os senhores que apenas vocês possuem mandatos. Nós também os temos. Agir com irresponsabilidade em um microfone de rádio significa cassação sumária da nossa voz. O equilíbrio na hora da crítica é fundamental.
NÃO ENTENDAM MAL O QUE VOU DIZER AGORA. MAL EDITADO PODE SER UM PERIGO!
Uma vez disse no ar que eu era Lula, era Yeda e era Fogaça. Depois passei a ser Dilma, Tarso e Fortunati. E onde eu estiver, vou estar sempre torcendo para o sucesso de quem está no poder. Isto não significa, no entanto, fechar os olhos para os problemas que nos rodeiam.
Agora é o momento de debater Porto Alegre. De dizer se a forma como a cidade vem trilhando o seu caminho é a melhor ou se o rumo precisa ser alterado. Na política, que acredito, não se critica por criticar. Não se torce contra. Na política, que acredito, os sete pretendentes à Prefeitura de Porto Alegre estarão trabalhando para o sucesso da próxima gestão a partir de janeiro. E aqueles dos senhores que retornarem a esta casa estarão imbuídos do desejo de que o eleito acerte e facilitando, ao menos, suas primeiras ações.
Concordo que jornalista deva ser de oposição. Mas para apontar as falhas. E nunca esconder também os acertos. E não esconder o acerto de políticos é difícil. Basta colocar um elogio para que queiram rapidamente pregar-lhe um rótulo.
Quero, mais uma vez, reafirmar a minha alegria em receber esta distinção nesta casa, neste ambiente democrático que espero ver cada vez mais como palco dos grandes debates desta cidade. Não foi por outro motivo que não a valorização deste parlamento, que a Rádio Gaúcha e a TVCom escolheram o Palácio Aloísio Filho para a realização do primeiro debate eleitoral da atual campanha, com grande êxito.
Minha história passa nesta casa.
Meu primeiro chefe está aqui neste plenário. Meu primeiro emprego foi no gabinete do vereador Pedro Ruas como seu auxiliar. Não era nem ainda um jornalista. Foram poucos meses antes de ingressar na Caixa Federal, mas suficientes para que nascesse uma amizade e um respeito que permanecessem ate hoje.
Vereador João Bosco Vaz. Obrigado por esta homenagem. Repito a importância que tem para mim que esta iniciativa tenha partido do senhor. Não só pela amizade que sempre teve com minha família, mas especialmente por compartilharmos o mesmo gosto pelo jornalismo e pela política.
Entrar nesta casa é lembrar do meu pai. Meu exemplo de caráter, de dignidade, de retidão. Não há dia em que venha à Câmara e que algum funcionário da casa não me pergunta pelo seu Dilamar ou pela dona Lea.
Aqui vi meu pai discursar, aqui o vi receber homenagens, aqui me despedi dele. Sempre que entro nesta casa é como se recebesse um abraço. Um forte abraço, um abraço de pai."

André Machado em frente a foto do pai Dilamar Machado, grande radialista e político.
Foto de Felipe Vieira

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Pesquisa TIC Educação registra como escolas brasileiras usaram as tecnologias em 2011

Juliano Cappi, coordenador de pesquisa do CETIC.br, durante apresentação dos dados da TIC Educação 2011
Foto de Rafael Munduruca

Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) acaba de divulgar os números da segunda edição da pesquisa TIC Educação. O estudo mediu o uso das TIC (tecnologias de informação e comunicação) em 650 escolas, das quais 497 públicas e 153 particulares, de todo o Brasil.

Um dos dados mais importantes da pesquisa é que as atividades identificadas como mais frequentes nas salas de aulas são aquelas em que professores usam menos os recursos tecnológicos. “A gente percebe que quanto maior é a frequência da atividade, menor é a utilização do computador e internet. O que pode estar gerando isso? Quais as barreiras?”, questiona Juliano Cappi, coordenador de pesquisa do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), a divisão de pesquisa do CGI.

A pesquisa mostra, por exemplo, que 55% dos docentes e 51% dos coordenadores pedagógicos das escolas públicas acreditam que o número de equipamentos por aluno limita o uso do computador e internet na escola. Outra barreira mencionada pelos docentes é a baixa velocidade na conexão: 52% deles declaram que este fator atrapalha muito o uso adequado das TIC no processo pedagógico.

Mesmo com dificuldades, o uso de internet pelos estudantes já é uma realidade: 82% fazem suas pesquisas para a escola por meio da rede.

“A escola tem um papel muito importante pra integrar as pessoas no uso da tecnologia. Uma vez que a internet já faz parte da vida social, é importante que a escola discuta a importância desse uso”, completa Cappi.

Metodologia e resultadosO Cetic-br utilizou uma metodologia que está sendo adotada em vários países, inclusive com um piloto sendo feito pela Unesco. Ela foi adaptada para a realidade brasileira. A seleção da amostragem foi feita com base em dados do INEP, Instituto que faz os levantamentos de dados oficiais da educação no Brasil. O Ministério da Educação apoiou o projeto, que teve também a participação de diversos especialistas, de áreas variadas, na sua formulação.

Sobre os resultados, o coordenador da pesquisa destaca que a expectativa é que esses dados sejam discutidos e colocados em pauta na discussão de políticas públicas, com a incorporação dessas ferramentas na educação. “Existe um desafio que é saber como usar a internet e como ela pode contribuir. Isso passa necessariamente pela educação”.
Conheça os principais pontos da pesquisa:

Escolas públicas

• Exercícios para prática do conteúdo exposto em sala de aula é a atividade promovida pelos professores com maior frequência: 77% a realizam todos os dias. Porém, é uma das situações em que eles menos utilizam as TIC: apenas 21%.

• 65% dos docentes usam novas tecnologias para ensinar os alunos a usar o computador e a internet, mas essa é a atividade menos frequente em sala de aula.

• Aulas expositivas e a interpretação de texto também têm baixos percentuais de uso das TIC: 24% e 16% respectivamente.

• 86% das escolas têm computadores somente nos laboratórios de informática e não nas salas de aula, o que pode limitar a integração das TIC no processo pedagógico.

• O laboratório de informática é o principal e mais frequente local de realização das atividades envolvendo o uso de computador e internet.

Escolas particulares

• De forma geral, avaliando as diversas variáveis da pesquisa, o uso de computador e internet é maior entre professores de escolas particulares.

• Nas aulas expositivas, 36% dos docentes utilizam as TIC. Em interpretação de texto, a diferença é de 10 pontos percentuais entre escolas privadas e públicas, com 26% e 16% respectivamente.

• Nas escolas particulares, o laboratório de informática também é o principal e mais frequente local de realização das atividades.• Aproximadamente metade dos professores - 48% - utilizam computador e Internet no laboratório de informática, sendo este o local mais frequente para realização das atividades com os alunos para 34% dos educadores.

• Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas.

Veja a pequisa completa aqui.
O cenário na prática

Como a pesquisa busca retratar um cenário de maneira homogênea, não há como enxergar diferenças entre as regiões do país, por exemplo. “Imagina-se que as condições e o material que o professor tem para trabalhar são bem diversos em cada região, então o resultado acaba mascarando algumas situações, talvez porque a amostragem é pequena. Se pensarmos, por exemplo, que só no estado de São Paulo são cerca de 300 mil professores, é um universo muito variado”, avalia o professor universitário Robinson N. dos Santos, mestre em educação e jornalista especializado em TI.

“Uma comparação interessante é que o professor tem o hábito de utilizar internet em casa, mas não consegue utilizar esse recurso com a mesma intensidade para ensinar. É muito importante educar sobre como usar esse meio, é importante uma mediação, uma orientação para esse aluno que já usa a internet para fazer pesquisas. O estudo joga uma luz nessa constatação”, diz o professor.
 
por Angélica Perez
e http://bit.ly/NAKeGz 
 
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Educação de qualidade: Se a China pode, o Brasil também pode

Medidas específicas podem ser testadas em regime piloto, com boa chance de terem sua adoção recomendada em grande escala

O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show 
O EXEMPLO ASIÁTICO - A China mostra que a ideia de que não pode haver educação de alto nível em cenário de pobreza é balela. No último Pisa, a província chinesa de Xangai, que tem nível de renda per capita muito parecido com o brasileiro, deu um show (Philippe Lopez/AFP)
Desconfio que, à medida que o crescimento chinês for se mantendo firme em período de crise no Ocidente e sua educação continuar despontando nos primeiros lugares dos testes internacionais, muita gente vai se perguntar se devemos adotar o sistema político-econômico e educacional da China.
Com o primeiro, apesar de todas as suas virtudes, eu, pessoalmente, não me entusiasmo: para mim, a liberdade é um valor supremo, e a democracia é uma conquista inegociável.
O sistema educacional, pelo contrário, tem muito mais virtudes do que defeitos, e imagino que você deva estar se perguntando: dá pra copiar? Deveria ser o nosso modelo?
A resposta é não. Sistemas educacionais são frutos orgânicos do desenvolvimento histórico, social e cultural dos países em que estão inseridos, bem como atrelados ao seu projeto de futuro. Faria tanto sentido ao Brasil querer replicar o sistema de Xangai quanto ao Paysandu querer fazer uma cópia do Barcelona de Messi.
O que dá pra fazer é olhar para algumas medidas específicas e implementa-las em regime piloto em alguns locais do Brasil pra ver se funcionam. Somente depois de testadas empiricamente é que poderiam ser recomendadas em escala.
Se eu fosse um gestor público brasileiro, as medidas que testaria são essas:


Medida O que É por que testar
Grupos de estudo de professores Regime de reuniões semanais e quinzenais dos professores de mesma disciplina, no nível da escola e distrito, para preparar aula e compartilhar melhores práticas Há uma heterogeneidade muito grande no sistema brasileiro e um grau de autonomia exagerado para os maus professores. O grupo de professores ajuda a popularizar melhores métodos e monitorar os piores profissionais e escolas
Implantação de um professor-líder por turma Cada turma tem um professor que é o seu principal responsável, conhece os pais dos alunos, vê se todos vieram à aula, resolve conflitos etc. Permite abolir a chamada. Cria interlocução mais direta com os pais. Aumenta o senso de responsabilidade da escola perante seus alunos.
“Empowered management” As piores escolas têm sua administração substituída por profissionais das melhores escolas Resgata a qualidade das piores escolas e ainda beneficia financeiramente as melhores escolas.
Dever de casa Estipular dever de casa escrito a partir do 3º ano, começando com cerca 1,5 horas/dia e chegando até 3h/dia no fim do ensino médio, especialmente em Matemática e Ciências. Toda a pesquisa empírica mostra que o dever de casa é fundamental para a aprendizagem, especialmente em exatas. No Brasil, se faz muito pouco e muito mal. É um ritual ou punição pro aluno, não ferramenta de ensino.
Aulas de 40 minutos com intervalo de 10 minutos entre elas Ao contrário do sistema de aulas de 50 minutos sem intervalos Organiza o calendário de forma realista e coíbe atrasos de professores e alunos
Diminuição de número de funcionários fora de sala de aula Melhorar a relação professor/não-professor no sistema. O número de funcionários em relação a professores no Brasil é incríveis 5 vezes maior do que em Xangai. Enquanto houver esse inchaço, não sobra dinheiro pra gastar no que é mais importante.
Criação de prêmios para professores e divulgação dos vencedores Os melhores professores de cada disciplina recebem prêmios em suas escolas, depois competem com os da região, cidade etc. O reconhecimento da comunidade pode ser tão ou mais importante que dinheiro para motivar o professor.
Progressão na carreira vinculada a esforço e iniciativa individual Em Xangai, para ganhar mais, professor tem de não apenas mostrar competência como se comprometer a aumentar significativamente suas horas de treinamento Cria uma contrapartida para o aumento, alinhando o interesse do professor com o do aluno. E torna a promoção uma iniciativa individual, sem requerer negociações coletivas desgastantes.
Treinamento para diretores e professores Ninguém pode se tornar diretor de escola sem curso de administração escolar. E todos os professores passam por treinamento nas férias, todos os anos. A função de diretor é fundamental para o bom andamento das escolas, mas os diretores brasileiros não são preparados para o cargo. Dependemos do talento e perseverança de cada um.
Os professores precisam de atualização e acompanhamento constantes para que suas aulas não estagnem.
Criar fóruns online para professores Espaços na internet em que o professor pode interagir com colegas e com experts pedagógicos da sua área da prefeitura Diminuir o isolamento e sensação de abandono dos professores, criar uma rede colaborativa, disseminar melhores práticas de ensino e tirar dúvidas
Ter data show em sala de aula e disponibilizar materiais online Instalar aparelho de projeção, cuja imagem ocupa parte da parede antes destinada ao quadro negro A instalação do datashow aproveita melhor o tempo em aula, evitando a cópia. A disponibilização de material online ajuda mesmo os piores professores a dar uma aula competente.
Criação de currículo Fazer com que todos os professores da sua rede saibam o que têm de ensinar, aula a aula, e as competências que o aluno deve dominar ao fim de cada bimestre É impossível ter uma rede com ensino de qualidade se cada escola pode ensinar da maneira que quiser e sem clareza sobre o que precisa ser atingido
Fazer escolas de um ciclo só Ter escolas que sejam de 1º ao 5º ano, outras do 6º ao 9º e outras pro Ensino Médio Permite número maior de turmas por série e a criação de grupos de estudo de professores


Fonte: http://bit.ly/rxbN8i

sábado, 17 de dezembro de 2011

Nós somos o que estamos dispostos a aprender

As quatro fases da aprendizagem
A aprendizagem está no interesse e o interesse está em quem quer aprender. Quando começamos a aprender algo, percorremos um caminho que parte da incompetência rumo à competência. Muitas vezes, não temos a mínima ideia sobre “como fazer” e, conforme nosso desenvolvimento progride, passamos pela fase da “plena consciência no fazer”. Já quando atingimos a excelência na atividade, alcançamos o nível de “fazer sem pensar”. Podemos, então, dividir o processo de aprendizagem em quatro fases:

Fase 1 – Incompetência Inconsciente
Eu não sei que não sei. Nessa fase, ser incompetente é algo que não nos incomoda, pois a atividade não é significativa e nem necessária.
Fase 2 – Incompetência Consciente
Agora eu sei que não sei. Ter a plena noção que não sabemos algo é o primeiro passo. Não é um caminho fácil e algumas pessoas desistem logo que percebem a complexidade da tarefa ou do conceito. Nessa fase, é preciso ter a coragem de enfrentar a dúvida, de aproveitar o erro como lição e, principalmente, transformar esse desejo de aprender em vontade de fazer. Um professor ou alguém com experiência no assunto pode ser de grande valia para a troca de experiências e motivação.
Fase 3 – Competência Consciente
Finalmente eu sei que sei. Nessa fase, existe uma sensação que alcançamos um domínio na atividade que garante uma execução eficiente. Aqui, é fundamental manter o foco no ensaiar, no treinar ou na repetição. Quanto mais treino, mais sorte tenho. Um fator determinante na evolução do aprendizado nessa fase é a sensação de prazer na execução da tarefa, pois assim, a busca da excelência é um caminho possível de ser atingido. O que não deu certo pode ser só uma etapa de aprendizagem para o que ainda está por vir.
Fase 4 – Competência Inconsciente
Não sei o quanto eu sei. Alguns estudiosos chamam essa fase de fluxo. É quando temos um desempenho estável e quase perfeito em uma determinada atividade. Nossa concentração, excelência e virtuosismo estão de mãos dadas, e temos a sensação de não perceber o tempo passar e nem nos sentimos cansados devido à tarefa. O próximo passo é começar aprender algo novo. E voltamos à fase 1…
E aqui vai uma Dicaduka: quando for aprender algo novo, tenha a noção do esforço e da dedicação necessárias para passar pela fase 2 e chegar à fase 3. Comemore seus erros, registre seus acertos e, principalmente, mantenha a disciplina. O processo de ensino-aprendizagem deve ser algo prazeroso e que nos desperte a vontade de continuar. Viver é um processo de aprendizagem eterno…

Fonte: http://bit.ly/tAHP0B 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Projeto inédito no País destina tablets a professores de rede estadual


Trinta e sete professores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Stella Maris, de Alvorada, passam a contar a partir desta terça-feira (29) com um novo recurso para planejamento e trabalho pedagógico: o tablet Galaxy Tab, da Samsung. A entrega dos equipamentos, projeto inédito na rede pública de escolas do Brasil, será feita pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), às 10h, na sede da escola.

O projeto-piloto dos tablets para professores é uma parceria da Seduc com as empresas Samsung e Claro. Os equipamentos e a tecnologia 3G estão sendo doados pela Samsung e Claro. A empresa MSTech, contratada pela Claro, está desenvolvendo softwares educacionais para uso dos professores. A iniciativa é uma das ações do Projeto Província de São Pedro, que faz parte da modernização tecnológica, uma das prioridades da atual gestão da Seduc.

Participam do ato de entrega, na sede do colégio pela Seduc, a coordenadora Regional da Educação da 28ª Coordenadoria, Rose Freitas, representantes da Seduc e das empresas, além da comunidade escolar.

Equipamentos Os equipamentos serão utilizados por professores, para o planejamento e trabalho pedagógico. Professores da Escola Stella Maris são os primeiros a serem beneficiados com o projeto. A seleção leva em consideração a localização da escola, dentro de um Território da Paz, e a disponibilidade de sinal da empresa Claro para acesso à internet.

De acordo com o coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) do Departamento de Logística e Suprimentos (DLS) da Seduc, Daniel Pinto, o projeto-piloto na EEEF Stella Maris será avaliado pela Seduc. A análise definirá se a inciativa será estendida pela rede estadual.


Texto: Patrícia Coelho  
Edição: Redação da Secom 
Fonte: http://bit.ly/sV5Qe3

quinta-feira, 31 de março de 2011

Isaac Asimov previendo el impacto de Internet



Muito mais do que simplesmente o impacto da Internet, Isaac mostra formas de aprender, mostra que não existe idade para aprender e que, de certa forma, a grande maioria têm chances de aprender mais, utilizando um computador conectado à Internet, porém, da mesma forma que não existe água potável para todos, dificilmente se conseguirá levar essa forma de aprendizagem a todas as pessoas, aos mais pobres, por exemplo.

Isaac Asimov nos comparte en 1988 su clara y genial visión de futuro, previendo  el impacto de internet en la educación y en nuestras vidas en general. La entrevista fue realizada por Bill Moyers para su programa televisivo “El Mundo de las Ideas”.

¿Las computadoras deshumanizan el aprendizaje?

“En realidad es lo opuesto. A través de las máquinas, por primera vez, seremos capaces de tener una relación “uno a uno” entre la fuente de información y la información del consumidor. Como en todas las cosas el número de profesores es mucho mayor que el número de buenos profesores. Por lo tanto, o tenemos una relación “uno a uno” para unos pocos (se le paga a un tutor para que enseñe a un estudiante), o tenemos una relación de “uno a muchos” para una mayoría (el actual sistema educativo). Ahora hay una posibilidad de una relación “uno a uno” para muchos. Todo el mundo puede tener un maestro y acceso a los conocimientos acumulados de la humanidad.”


Hay una historia famosa sobre Oliver Wendell Holmes quien vivió hasta los 90 años. En cierta ocasión estaba en el hospital no tenía mucho tiempo de vida. Y el presidente Roosevelt fue a visitarlo y allí estaba Oliver Wendell Holmes leyendo gramática griega.
Y Roosevelt dijo:

- ¿Por qué está leyendo gramática griega Sr. Holmes?
Y el Sr. Holmes le respondió:
- Para mejorar mi mente Sr. Presidente.


Aprendizaje para Toda la Vida 
Este aprendizaje personal no es sólo para los jóvenes. Si tienes algo como esto entonces todo el mundo, a cualquier edad puede aprender por sí mismo. No hay motivo entonces, si disfrutas de aprender, para dejar de hacerlo si tienes determinada edad. Las personas no dejan de hacer cosas que le gustan sólo porque llegan a determinada edad. No dejas de jugar tenis por el hecho de tener 40 años. No dejas de tener sexo porque tienes 40. Lo siguen haciendo hasta cuando puedan porque lo disfrutan. Y el aprendizaje debería funcionar de la misma manera. Haz posible que disfruten el aprendizaje y ellos lo continuarán haciendo. 

http://veronicavera-factorhumano.com/?p=1990

Isaac Asimov envisionando en 1988, con gran genialidad y claridad, el impacto de internet en la educación y en nuestras vidas. La entrevista fue realizada por Bill Moyers para su programa televisivo "El Mundo de las Ideas"

Fuente
Bill Moyers Rewind: Isaac Asimov (1988)
http://www.pbs.org/moyers/journal/blog/2008/03/bill_moyers_rewind_isaac_asimo...

Links Recomendados
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 1
http://www.youtube.com/watch?v=1CwUuU6C4pk&feature=related
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 2
http://www.youtube.com/watch?v=CJAIERgWhZQ&feature=related
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 3
http://www.youtube.com/watch?v=FEHtt5sGbTw&feature=related

quinta-feira, 29 de julho de 2010

CONITEC - RJ: encontro de EAD Corporativa - R$85,00

Em função dos pedidos de acesso ao Encontro de EAD Corporativa, a ANITEC resolveu liberar a entrada apenas para o encontro num valor de R$85,00.

Com direito ao certificado. Acesso restrito ao encontro.

Programação:

 
16 de agosto
ENCONTRO DE EAD CORPORATIVA
Coordenação: Elomar Barilli/FIOCRUZ/ANITEC,   Renato Santoro/Anitec  e Rogério Cirilo/ANITEC/ Marinha do Brasil
 
14:00/ 15: 45
Painel: Educação a distância:  Quando é preciso inovar na educação do trabalhador
Carlos Longo, Ibmec
Daniel Orleans, Affero
Alice Fonseca, Instituto Monitor
Mediação: Erika Wernek, Vitrina Comunicação
16: 00/ 17:30
Painel:  Educação do trabalhador, ações e práticas
Paula Martini, SENAI NACIONAL
Rute Fávero, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Anna Beatriz Waehneldt  e Laura Coutinho, SENAC Nacional
Mediação: Luiz Claudio Biagiotti, Marinha do Brasil/ANITEC
17:30/ 18:30
Reflexões: A docência on-line na educação corporativa
Edméa Santos Oliveira, UERJ
José Manuel Moran, USP
Carlos Valente, USP
Eleonora Jorge Ricardo, ANITEC/UERJ/ESTÁCIO
Mediação: Marco Silva, UERJ e Estácio
 

LANÇAMENTOS E AUTÓGRAFOS

Auditório 3° andar

 
·         Educação Online Orgs.  – Marco Silva, Lucila Pesce e Antonio Zuin, Wak Editora
·         Ensino-aprendizagem e Comunicação Orgs – Wendel Freire e Mary Rangel, Wak Editora
·         Sala de Aula Interativa – Marco Silva, Editora Loyola