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terça-feira, 19 de novembro de 2013

O que tu gostarias que teus alunos fizessem com a tecnologia? Veja 7 dicas!

O que tu acrescentarias a estas duas listas?


Fonte: http://lousadigital.blogspot.com.br/2013/11/7-dicas-o-que-voce-quer-mesmo-que-seus.html, de Sonia Bertocchi

terça-feira, 11 de junho de 2013

Redes sociais e Educação: Manuel Castells dá sua opinião

Enviei uma pergunta ao Fronteiras Do Pensamento, para que fosse respondida pelo sociólogo espanhol, Manuel Castells.
Eis a pergunta e a resposta!

Pergunta:  É possível mudar o ensino como um todo e as instituições se tornarem "redes sociais de ensino e aprendizagem"? Afinal, todos esses jovens estão presentes nas redes sociais. Que estratégias acontecem nessas redes, que poderiam ser adotadas pelas instituições de ensino? Autora: Rute Vera Maria Favero

Manuel Castells (foto: Greg Salibian/Fronteiras do Pensamento)
Manuel Castells: As redes sociais não são algo à parte na vida dos jovens. Os jovens vivem nas redes sociais, nas redes familiares, nas redes pessoais. Quando minha geração desaparecer, todo mundo viverá nas redes sociais. Ou seja, no fundo, as novas formas de existência, que incluem... Eu sempre comparo a internet com a eletricidade. Na história, houve momentos em que apenas algumas pessoas tinham eletricidade. Mas, a eletricidade é fundamental para a sociedade industrial. Na nossa sociedade, a internet é a forma de comunicar, de existir, de fazer qualquer coisa.
Portanto, a questão é: os jovens, nas redes sociais, qual é a característica especial das redes sociais que favorece ou dificulta a expressão dos jovens? Eu diria que há uma conexão entre a cultura da autonomia, que é a cultura fundamental da sociedade atual e, principalmente, dos jovens, em relação às instituições e aos poderes da sociedade. A prática das redes sociais na internet que materializam essa cultura da autonomia. É o próprio meio dos jovens e, portanto, é também o meio de aprendizagem.
Um dos grandes problemas da educação é que há uma contradição entre a pedagogia e a organização do ensino – estabelecido historicamente através das formas verticais e burocráticas –, entre a cultura da autonomia, a capacidade de cultura digital do jovens... É totalmente contraditório. Mostraram os estudos feitos em diversos países: a razão do abandono escolar, da evasão escolar na escola secundária é porque os jovens se aborrecem na sala de aula. A sala de aula continua sendo feita em formas de comunicação que não são as dos jovens, que não são as desta sociedade. E isso não é um problema dos professores, é um problema do tipo de organização – vertical, tradicional.
Diria que o desenvolvimento da prática social dos jovens nas redes está reforçando sua autonomia e sua capacidade de redefinição cultural. No fundo, está levando ao  empoderamento dos jovens. Me parece irônico que, no país de Paulo Freire, se tenha esquecido a pedagogia da liberdade, a pedagogia do oprimido, que é a pedagogia básica.
Meu último comentário, aproveitando para passar uma informação para vocês... Vocês sabem que há estudos sérios do British Computer Society, que mostra uma correlação entre a internet e a felicidade. Arrá! Surpresa! Todos os meios de comunicação dizem que a internet é péssima, que é a fonte de todos os males... Não, há uma correlação entre o uso da internet e índices psicológicos de felicidade. Por quê? A correlação não quer dizer nada, mas o porquê é importante: a internet aumenta duas áreas fundamentais, a sociabilidade e o empoderamento. E quais são as duas variáveis mais importantes na determinação da felicidade das pessoas? A sociabilidade e o empoderamento.

Fonte: http://www.fronteiras.com/canalfronteiras/noticias/?16%2C63

A pergunta original está na página do facebook, neste link:
http://migre.me/eYwn1

sábado, 17 de dezembro de 2011

Nós somos o que estamos dispostos a aprender

As quatro fases da aprendizagem
A aprendizagem está no interesse e o interesse está em quem quer aprender. Quando começamos a aprender algo, percorremos um caminho que parte da incompetência rumo à competência. Muitas vezes, não temos a mínima ideia sobre “como fazer” e, conforme nosso desenvolvimento progride, passamos pela fase da “plena consciência no fazer”. Já quando atingimos a excelência na atividade, alcançamos o nível de “fazer sem pensar”. Podemos, então, dividir o processo de aprendizagem em quatro fases:

Fase 1 – Incompetência Inconsciente
Eu não sei que não sei. Nessa fase, ser incompetente é algo que não nos incomoda, pois a atividade não é significativa e nem necessária.
Fase 2 – Incompetência Consciente
Agora eu sei que não sei. Ter a plena noção que não sabemos algo é o primeiro passo. Não é um caminho fácil e algumas pessoas desistem logo que percebem a complexidade da tarefa ou do conceito. Nessa fase, é preciso ter a coragem de enfrentar a dúvida, de aproveitar o erro como lição e, principalmente, transformar esse desejo de aprender em vontade de fazer. Um professor ou alguém com experiência no assunto pode ser de grande valia para a troca de experiências e motivação.
Fase 3 – Competência Consciente
Finalmente eu sei que sei. Nessa fase, existe uma sensação que alcançamos um domínio na atividade que garante uma execução eficiente. Aqui, é fundamental manter o foco no ensaiar, no treinar ou na repetição. Quanto mais treino, mais sorte tenho. Um fator determinante na evolução do aprendizado nessa fase é a sensação de prazer na execução da tarefa, pois assim, a busca da excelência é um caminho possível de ser atingido. O que não deu certo pode ser só uma etapa de aprendizagem para o que ainda está por vir.
Fase 4 – Competência Inconsciente
Não sei o quanto eu sei. Alguns estudiosos chamam essa fase de fluxo. É quando temos um desempenho estável e quase perfeito em uma determinada atividade. Nossa concentração, excelência e virtuosismo estão de mãos dadas, e temos a sensação de não perceber o tempo passar e nem nos sentimos cansados devido à tarefa. O próximo passo é começar aprender algo novo. E voltamos à fase 1…
E aqui vai uma Dicaduka: quando for aprender algo novo, tenha a noção do esforço e da dedicação necessárias para passar pela fase 2 e chegar à fase 3. Comemore seus erros, registre seus acertos e, principalmente, mantenha a disciplina. O processo de ensino-aprendizagem deve ser algo prazeroso e que nos desperte a vontade de continuar. Viver é um processo de aprendizagem eterno…

Fonte: http://bit.ly/tAHP0B 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Isaac Asimov previendo el impacto de Internet



Muito mais do que simplesmente o impacto da Internet, Isaac mostra formas de aprender, mostra que não existe idade para aprender e que, de certa forma, a grande maioria têm chances de aprender mais, utilizando um computador conectado à Internet, porém, da mesma forma que não existe água potável para todos, dificilmente se conseguirá levar essa forma de aprendizagem a todas as pessoas, aos mais pobres, por exemplo.

Isaac Asimov nos comparte en 1988 su clara y genial visión de futuro, previendo  el impacto de internet en la educación y en nuestras vidas en general. La entrevista fue realizada por Bill Moyers para su programa televisivo “El Mundo de las Ideas”.

¿Las computadoras deshumanizan el aprendizaje?

“En realidad es lo opuesto. A través de las máquinas, por primera vez, seremos capaces de tener una relación “uno a uno” entre la fuente de información y la información del consumidor. Como en todas las cosas el número de profesores es mucho mayor que el número de buenos profesores. Por lo tanto, o tenemos una relación “uno a uno” para unos pocos (se le paga a un tutor para que enseñe a un estudiante), o tenemos una relación de “uno a muchos” para una mayoría (el actual sistema educativo). Ahora hay una posibilidad de una relación “uno a uno” para muchos. Todo el mundo puede tener un maestro y acceso a los conocimientos acumulados de la humanidad.”


Hay una historia famosa sobre Oliver Wendell Holmes quien vivió hasta los 90 años. En cierta ocasión estaba en el hospital no tenía mucho tiempo de vida. Y el presidente Roosevelt fue a visitarlo y allí estaba Oliver Wendell Holmes leyendo gramática griega.
Y Roosevelt dijo:

- ¿Por qué está leyendo gramática griega Sr. Holmes?
Y el Sr. Holmes le respondió:
- Para mejorar mi mente Sr. Presidente.


Aprendizaje para Toda la Vida 
Este aprendizaje personal no es sólo para los jóvenes. Si tienes algo como esto entonces todo el mundo, a cualquier edad puede aprender por sí mismo. No hay motivo entonces, si disfrutas de aprender, para dejar de hacerlo si tienes determinada edad. Las personas no dejan de hacer cosas que le gustan sólo porque llegan a determinada edad. No dejas de jugar tenis por el hecho de tener 40 años. No dejas de tener sexo porque tienes 40. Lo siguen haciendo hasta cuando puedan porque lo disfrutan. Y el aprendizaje debería funcionar de la misma manera. Haz posible que disfruten el aprendizaje y ellos lo continuarán haciendo. 

http://veronicavera-factorhumano.com/?p=1990

Isaac Asimov envisionando en 1988, con gran genialidad y claridad, el impacto de internet en la educación y en nuestras vidas. La entrevista fue realizada por Bill Moyers para su programa televisivo "El Mundo de las Ideas"

Fuente
Bill Moyers Rewind: Isaac Asimov (1988)
http://www.pbs.org/moyers/journal/blog/2008/03/bill_moyers_rewind_isaac_asimo...

Links Recomendados
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 1
http://www.youtube.com/watch?v=1CwUuU6C4pk&feature=related
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 2
http://www.youtube.com/watch?v=CJAIERgWhZQ&feature=related
Isaac Asimov on Bill Moyers World of Ideas pt 3
http://www.youtube.com/watch?v=FEHtt5sGbTw&feature=related